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O L ARÁPIO


JUNCAL


Tem seus lacaios

Uns teimosos

Outros oportunistas

Tudo uma grande Mentira


Mentira deveria ser seu nome

Pois diz que faz e não faz

Promete, mas não cumpre

É assim com a maioria

Que segue com pau mandado


Uma maioria mal-acostumada

Dependente e em parte inocente

Sendo fácil de ser levada

Como galinhas no quintal

Por um punhado de milho

E que aos poucos vão para o abate


Toda moeda tem dois lados

O lado grande para sofrer

O lado menor

Bem, esse recebe as benesses do L ARÁPIO

Como por encanto


Duas vertentes diferenciada

Uns recebem trocados de aumento

Os outros, bem, os outros

Aqueles que tem

Um salário mais que vantajosos

E benefícios que arcamos


Casa para morar, auxilio para paraTUDO

Verba para gabinete, carro e gasolina

Bancado por quem tão pouco ganha

E agora com o agravante

Imposto de renda, vai ter que arcar

Pois palavras são palavras.

Nada mais do que palavras


Pobre e iludido

Que acreditou na PICANHA

E vê o preço do OVO nas alturas

Da PICANHA só sobra o NHA

Sem direito a reclamar


É assim mesmo

Os impostos a subir e tributos a aparecer

O sobe da gasolina é para o bem da nação

A baixa da bolsa só pode ser vingança

Tal qual a maior queimada na AMAZÔNIA


Nada é por acaso e tudo tem um itinerário

Ao invés de consertar sua casa

Prefere consertar a do vizinho

Ai eu não entendo

Pois eu para ajudar o próximo

Tenho que estar com minha família ajustada


Desvestir um santo

Para vestir um outro

É insano e desleal

Dizem que santo de casa não faz milagre

Mas o santo de casa merece respeito


Tudo é assim ou quase assim

A tal da Nicarágua

Tem a nossa benevolência

Pois o L ARÁPIO não abre mão

De acobertar os seus CUMPADRES


Coisa de quem não pensa no povo

Pois a tirar pelos seus Ministros

Vê-se a estratégia armada

É melhor dar um troco na ROUANET

E deixar apoiadores felizes

Do que armar o AGRONEGÓCIO

Que põe comida no prato


O jogo da safadeza

E safados tem de montão

Iguais os incompetentes

Que nos Ministérios

Tem de sobra e se ficar invocado

Mais ministérios nascem


Tamanha incompetência

E o L ARÁPIO com seus delírios

Televisão basta uma,

Uns comem demais e é a causa da fome

O idoso pega a velhinha

E vai a pé comprar pão

Palavras de abestado


Tudo isso é muito sério

Trezentos mil em hotel

É para mostrar a extravagância

Que fecha com chave de ouro

Na compra de quatrocentos mil

De moveis sem licitação

Mas televisão só podemos ter uma


Tanto devaneio, falta lucidez

Sensatez e vergonha na cara

Pois ir as ruas não se aventura

Por medo e saber a realidade

Pois ninguém esquece o Mensalão

Os Correios, o Petrolão...


Uma mentira repetida diversas vezes

Se torna uma verdade

O L ARÁPIO assim acredita

Culpa um Juiz

Mas passou por mais dezenove

E por unanimidade

Teve até a pena aumentada

Se diz injustiçado


Assim o queridinho dos “jornalistazinhos

E de mais uma cúpula graúda

Tenta fazer o que bem quer no país

Afrontando toda uma nação

Mas que fique sabendo

DE BOBO NÃO TEMOS NADA!


Todo jogo tem um movimento

Um passo atrás outro a frente

O jogo continua

Um elefante incomoda muita gente

Uma COMISSÃO PARLAMENTAR MISTA DE INQUÉRITO (CPMI)

Incomoda muito mais...

















 
 
 

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