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PODE SER, MAS PODE NÃO SER...


JUNCAL


Tem amor que não é amor  

Às vezes vem como desamor  

E até mesmo como dissabor  

É uma questão de bater  

Um santo em outro  

  

Às vezes finge bater  

Outras vezes passa despercebido  

Como um raio que do céu caí  

Às vezes o alvo errando,  

Ou não errando 

  

Pior é quando  

Propositalmente ou não  

O raio vem por engano  

Criando uma grande armadilha 

No brilho do luar 

 

Uma tempestade serena 

Em uma tarde tranquila 

Faz o relógio e o tempo 

Contribuir para cerrar os olhos 

Para um adeus final 

 

Assim tornando difícil 

Expressar ou não expressar  

Tudo que passa no coração 

E em um novo amanhecer 

Sem ver e nem ouvir também 


COMO NOITES DE MOSCOU! 



 
 
 

1 comentário


Carlos Renato Lopes
Carlos Renato Lopes
19 de nov. de 2024

Lindo trabalho parabéns

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