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  • 22 de dez. de 2025
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Justo lembrar: a voz humana está carregada de vibrações. 


Esforça-te por evitar os gritos intempestivos e inoportunos. 


Uma exclamação tonitruante equivale a uma pedrada mental. 


Se alguém te dirige a palavra em tom muito alto, faze-lhe o obséquio de responder em tom mais baixo. 


Os nervos dos outros são iguais aos teus: desequilibram-se facilmente. 


Discussão sem proveito é desperdício de forças. 


Não te digas sofrendo esgotamento e fadiga para poder lançar frases tempestuosas e ofensivas; aqueles que se encontram realmente cansados procuram repouso e silêncio. 


Se te sentes à beira da irritação, estás doente e o doente exige remédio. 


Barulho verbal apenas complica. 


Pensa nisso: a tua voz é o teu retrato sonoro.  

  

Livro: Calma 

Pelo Espírito: Emmanuel 

Médium: Chico Xavier 

  

Núcleo Espírita Maria Mãe de Jesus. 

Instagram e YouTube: @mariamaedejesusne 

  


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Dr. ANDRÉ COSTA CRUZ PIANCASTELLI  

Especialista em Dermatologia pela Sociedade Brasileira de Dermatologia e MEC 

Especialista em Clínica Médica pelo MEC 

Instagram: @dr.andrepiancastelli 


A CIÊNCIA POR TRÁS DESSA RELAÇÃO  

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O estresse faz parte da vida moderna. Ele aparece nos prazos apertados, nas preocupações familiares, nas noites mal dormidas e nas cobranças do dia a dia. O que muitas pessoas não imaginam é que essas tensões emocionais não ficam restritas à mente. A pele sente — e reage. 


Quando vivemos períodos prolongados de estresse, o corpo entra em estado de alerta contínuo. Hormônios ligados à resposta ao estresse são liberados repetidamente, e isso altera o funcionamento normal do organismo. A pele, que não é apenas uma “capa”, mas um órgão vivo, sensível e inteligente, participa ativamente desse processo. Ela se comunica com o sistema nervoso, hormonal e imunológico, funcionando quase como um espelho do que acontece internamente. 


Com o estresse constante, o equilíbrio do sistema de defesa da pele se perde. Substâncias inflamatórias passam a ser produzidas em maior quantidade, tornando a pele mais vermelha, irritada e sensível. É por isso que doenças como psoríase, dermatite atópica, urticária, acne e quadros de coceira persistente costumam piorar justamente em fases emocionalmente difíceis. A pele entra em um estado de inflamação silenciosa, que pode se manifestar aos poucos ou de forma abrupta. 


Além disso, o estresse compromete a barreira natural da pele — aquela proteção invisível que impede a perda excessiva de água e a entrada de agentes irritantes. Quando essa barreira enfraquece, a pele resseca mais facilmente, fica desconfortável, cicatriza pior e se torna mais vulnerável a infecções e inflamações. Pequenas agressões do dia a dia passam a causar grandes reações. 


Há ainda outro fator importante: os nervos da pele. Em situações de estresse, eles liberam substâncias que intensificam a coceira e a inflamação. Quanto mais a pessoa coça, mais a pele inflama; quanto mais inflamada a pele fica, maior o desconforto emocional. Assim se instala um ciclo difícil de quebrar, em que mente e pele alimentam mutuamente o sofrimento. 


O mais delicado é que essa relação funciona nos dois sentidos. Assim como o estresse piora as doenças de pele, as doenças de pele também aumentam o estresse, a ansiedade e até sintomas depressivos. Lesões visíveis, coceira constante e desconforto afetam a autoestima, o sono e a qualidade de vida, perpetuando o problema. 


Por isso, cuidar da pele vai muito além do uso de cremes ou medicamentos. Em muitos casos, olhar para a saúde emocional é parte essencial do tratamento. Aprender a manejar o estresse, melhorar o sono, buscar apoio psicológico quando necessário e adotar hábitos de vida mais equilibrados pode fazer uma diferença real no controle das doenças dermatológicas. 


A pele fala. Às vezes, ela pede hidratação. Outras vezes, proteção. Em muitos momentos, porém, ela pede pausa, cuidado e acolhimento. Ouvir esses sinais é um passo importante para tratar não apenas a pele, mas a pessoa como um todo. E o profissional habilitado para esse cuidado é o médico dermatologista. 


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ALESSANDRA CAMARA - Bachelor of Science in Psychology - Graduated: May 2016 Missouri State University – Springfield, MO    

Associates of Arts - Associates of Independent Studies Graduated: May 2014     

Ozark Technical Community College - Springfield, MO    

Professional Coach Certification - Professional Executive Coach Certification - Professional Master Coach Certification 


  Vocês estão aqui para a continuação de uma leitura simples, curta e repleta de momentos incríveis. Minha humilde sugestão é que leiam devagar. Assim, seu coração ficará em paz para aprender algo que talvez seja novo e impactante para muitos ou, quem sabe, apenas um complemento do que já o vivem.  


      O livro que estou compartilhando com vocês chama-se Um Novo Mundo: O Despertar de uma Nova Consciência, escrito por Eckhart Tolle. Acredito que cada capítulo deste livro tem um propósito único para as vidas aqui presentes, neste momento.  


  Sintam-se leves como se estivessem nas nuvens e vamos juntos continuar nos alimentandos com o que entendemos hoje ser o maior poder da nossa existência: a consciência.  


Livro: Um Novo Mundo de Eckhart Tolle  

Páginas 250 a 252 

  

“A CONSCIÊNCIA  


A consciência já é consciente. Ela é o não manifestado, o eterno. O universo, porém, só está se tornando consciente pouco a pouco. A consciência em si é infinita e, portanto, não evolui. Nunca nasceu e não morre. Quando ela se transforma no universo manifestado, parece estar sujeita ao tempo e a um processo evolutivo. Nenhuma mente humana é capaz de compreender plenamente o motivo desse processo. No entanto, podemos ter um vislumbre dele dentro de nós mesmos e vivência -lós como participantes conscientes. 


      A consciência é a inteligência, o princípio organizador por trás do surgimento da forma. Ela tem elaborado formas por milhões de anos para que possa se expressar através delas no plano manifestado.  


      Embora o nível não manifestado da consciência pura possa ser considerado outra dimensão, ele não está separado dessa dimensão da forma. A forma e a ausência de forma se interpenetram. O não manifestado inunda essa dimensão como consciência, espaço interior, presença. Como ele faz isso? Por meio da forma humana que se torna consciente e, assim, cumpre seu destino. Ela foi criada para esse propósito superior, e milhões de outras formas preparam o terreno para ela. 


      A consciência encarna na dimensão manifestada, ou seja, se torna forma. Quando faz isso, ela entra num estado semelhante ao sonho. A inteligência permanece, porém, a consciência fica inconsciente de si mesma. Perde-se nas formas, identifica-se com elas. Isso poderia ser descrito como a descida do divino a matéria. Nesse estágio da evolução do universo, todo o movimento de saída acontece no estado semelhante ao sonho. Lampejos do despertar surgem apenas no momento da dissolução de uma forma individual, isso é, na mente. Em seguida, começa a encarnação seguinte, a nova identificação com a forma, o próximo sonho individual que faz parte do sonho coletivo. Quando o leão dilacera o corpo da zebra, a consciência que encontrou na forma de zebra se distancia da forma dissolução e, por um instante, desperta para sua natureza imoral essencial como consciência. Em seguida, entrega-se imediatamente ao sono e reencarna em outra forma. Quando o leão envelhece e não consegue mais caçar, assim que dá o último suspiro, ocorre de novo o mais breve dos lampejos, seguindo por outros sonhos com a forma. 


      No nosso planeta, o ego humano representa o estágio final do sono universal, a identificação da consciência com a forma. Foi uma etapa necessária na evolução da consciência. 


      O cérebro humano é uma forma altamente e diferenciada pela qual a consciência entra nesta dimensão. Ele contém em torno de 100 milhões de células nervosas (os neurônios), quase o mesmo número de estrelas que existem na nossa galáxia, e poderia ser considerado um cérebro macrocósmico. Esse órgão não cria a consciência, no entanto a consciência o criou - como a mais complexa forma física sobre a Terra - para sua expressão. Quando ele sofre um dano, isso não significa que nós perdemos a consciência, e sim que ela não consegue mais usar essa forma para entrar nesta dimensão. É impossível perdermos a consciência porque ela é, em essência, quem nós somos. Só podemos perder aquilo que temos, e não aquilo que somos.” 


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