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POR: MARCELO BRASILEIRO - CIDADÃO

Militar da reserva das forças armadas - Advogado com especialização em direito Marítimo, Direito Ambiental

Pós graduado pela Escola da Magistratura do Estado do Espírito Santo


Se fez passar por "gente da Direita" alegando estar comprometido com valores próprios da Direita Conservadora; 

  

Enganou a todos os capixabas de bem e do bem para ocupar uma cadeira no Senado; 

  

Depois de eleito, filiou-se ao partido das trevas (o PT) e disse a todos que "Sempre fui Lula!" 

  

Ou seja, enganou, enganou e enganou. 

  

É por isso (também) que o chamam de "Estelionatário eleitoral"; 

  

Enquanto delegado de polícia civil, abandonava a Delegacia de Delitos de Trânsito para ir dar aulas em faculdades particulares usando viatura, combustível e pessoal pagos com o dinheiro do contribuinte; 

  

Disse certa vez que "O Estado me usou para prender pretos e pobres." (...), mas não teve a decência de pedir exoneração do cargo público que ocupava; 

  

Sempre se posicionou contra as pautas da Direita Conservadora e das quais o Presidente Bolsonaro assumiu como programas de campanha, como por exemplo, a redução do número de radares nas estradas e rodovias federais que alimentam a famigerada indústria de multas; 

  

Todas as promessas de campanha do Presidente Bolsonaro que começavam a serem cumpridas, ele o "miguinho" (Randolfe Rodrigues) iam correndo bater no balcão do STF para derrubar; 

  

Ou seja, por pura ideologia ou só mesmo por maldade, sempre lutou contra o bem estar do povo; 

  

Odeia a Classe Média, mas não abre mão de viver como Classe Média. Devia ir morar em Cuba! 

  

Adora cuspir na cara dos outros um "fascista", um "nazista", um "racista" ou "homofóbico", MAS... processa qualquer um que olhar para ele de modo atravessado; 

  

Um inquérito foi instaurado pela Polícia Federal para apurar o suposto recebimento da quantia de três milhões de reais de empresas ligadas ao DENIT no ES, para que ele desistisse de disputar as eleições ao Senado em 2014, permitindo, desse modo, que a então Deputada Federal Rose de Freitas fosse eleita para uma vaga no Senado.  

  

Recentemente, foi flagrado usando veículo oficial do Senado para ir à academia "malhar o bumbum"... 

  

É ou não é um enganador? 

  

Basta conferir os comentários de todos os capixabas que possuam o lobo frontal minimamente desenvolvido para constatar tudo aquilo que os capixabas de bem e do bem sentem e pensam. 



 

Por CARLOS AROUCK

FORMADO EM DIREITO E ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS


Os Estados Unidos capturaram Nicolás Maduro e Cilia Flores na madrugada de 3 de janeiro de 2026. A operação, batizada de Southern Spear, removeu o líder socialista da Venezuela. Forças especiais executaram a ação com rapidez e precisão. 

  

Segundo Washington, o regime de Maduro exportava drogas e ameaçava a estabilidade regional. A intervenção, afirmam autoridades americanas, corrige falhas acumuladas por governos anteriores. 

  

A captura implementa o chamado Corolário Trump à Doutrina Monroe. Essa política visa expulsar influências da China e da Rússia do hemisfério ocidental. Trump anunciou em sua rede Truth Social que os Estados Unidos irão gerenciar o país até a conclusão de uma transição política. 

  

Os EUA também passarão a controlar as reservas de petróleo da Venezuela. Democratas criticam a ação e a classificam como imperialismo. A Casa Branca rebate, afirmando que a intervenção resolve anos de fraqueza diplomática. 

  

A operação redefine o equilíbrio de poder no Hemisfério Ocidental. Os Estados Unidos justificam a ação como combate direto ao narcoterrorismo. Na prática, a intervenção busca consolidar a hegemonia regional. 

  

Washington neutraliza a infiltração chinesa e russa e assegura controle sobre recursos estratégicos. Trump declara que os EUA irão administrar o país temporariamente. A soberania venezuelana torna-se secundária diante da busca por ordem regional. 

  

As motivações incluem segurança energética e contenção de rivais estratégicos. 

  

A captura resulta de uma campanha híbrida prolongada. Guerra econômica foi combinada com bloqueio naval e projeção militar. 

  

Entre setembro e dezembro de 2025, os Estados Unidos intensificaram operações no Caribe. A retórica oficial mudou para confronto direto contra cartéis. Um bloqueio naval apreendeu petroleiros como The Skipper e Bella 1. A CIA realizou ataques com drones em 29 de dezembro. A Marinha posicionou o USS Gerald R. Ford e o USS Iwo Jima na região. 

  

Na noite da captura, a operação priorizou velocidade e tecnologia. Às 02h00, bombardeios neutralizaram bases estratégicas como La Carlota e Forte Tiuna. Às 02h15, guerra eletrônica provocou um apagão em Caracas. Às 02h30, forças Delta foram inseridas por helicópteros. Às 03h00, Maduro e Flores foram capturados. Às 04h30, Trump anunciou o sucesso da missão. 

  

O general Dan Caine, responsável pela operação, revelou o envolvimento de 150 aeronaves. A inteligência americana forneceu detalhes sobre a rotina de Maduro. A ausência de baixas americanas indica falhas na lealdade militar venezuelana. 

  

A narrativa pública enfatiza o combate ao narcotráfico. A análise estratégica, porém, aponta para uma doutrina focada na proteção de interesses nacionais. 

  

Os pilares incluem segurança energética, já que a Venezuela possui uma das maiores reservas provadas de petróleo do mundo. Trump busca recuperar esses recursos. A contenção da China e da Rússia também é central, uma vez que Maduro transformou o país em um hub para rivais dos EUA. 

  

A intervenção desmonta essa infraestrutura e atua no controle migratório, estancando o êxodo na origem. 

  

Trump planeja a entrada de empresas americanas na reconstrução da infraestrutura energética. A indústria será gerenciada para compensar custos da operação. 

  

A PDVSA sofre com décadas de subinvestimento. A recuperação depende de capital estrangeiro pesado. 

  

A empresa energética Chevron opera joint ventures e produz cerca de 150 mil barris por dia. Halliburton, SLB e Baker Hughes reativam poços. ExxonMobil e ConocoPhillips retomam ativos. A Shell acelera o projeto Dragon. 

  

Com a Venezuela sob gestão americana, a produção aumenta e os preços globais caem. A recuperação completa pode levar uma década e custar bilhões de dólares. 

  

A administração baseia a ação nos indiciamentos de 2020 e 2025. Maduro é acusado de liderar o Cartel de los Soles. A operação é enquadrada como ação policial internacional. 

  

O precedente citado é a captura de Manuel Noriega, em 1989. Críticos apontam imunidade soberana. A Casa Branca invoca autoridade presidencial. Democratas afirmam que se trata de um ato de guerra sem aprovação do Congresso. 

  

Republicanos apoiam Trump. Marco Rubio e J.D. Vance defendem a restauração da ordem regional. A Fox News destaca a eficiência militar. 

  

Democratas condenam a operação. Chuck Schumer e Bernie Sanders alertam para o risco de uma ocupação prolongada, comparável ao Iraque. 

  

A captura força uma recalibração global. A Rússia condena a ação, mas não intervém militarmente. A China protesta e acusa pirataria, enquanto seus investimentos na Venezuela passam a ser considerados de alto risco. 


A Colômbia coloca forças em alerta. O Brasil condena a violação de soberania, mas evita demonstrar apoio direto a Maduro. 

  

A intervenção afeta diretamente o Brasil devido à fronteira compartilhada. A Venezuela fecha temporariamente a fronteira. O êxodo de refugiados pressiona Roraima. 

  

A queda nos preços do petróleo beneficia importadores brasileiros. A estabilidade futura pode reduzir a pressão migratória. Há, porém, risco de insurgência na região amazônica. 

  

Lula prioriza a ideologia em detrimento da segurança. A oposição de direita ganha força no debate interno. 

  

Trump assume a gestão temporária e colabora com Delcy Rodríguez na transição. María Corina Machado celebra a captura. A prioridade passa a ser estabilidade institucional. 

  

A FANB permanece como incógnita. Cooptar os militares é visto como essencial para evitar insurgência. 

  

O Cenário A projeta recuperação em dois a três anos com cooperação internacional. 


O Cenário B aponta para guerrilha e ocupação prolongada, com aumento da migração para o Brasil. 


O Cenário C envolve conflito regional com possível apoio russo indireto. 

  

A captura encerra o chavismo. Os Estados Unidos assumem responsabilidade direta pelo destino da Venezuela. A liderança decisiva é apresentada como derrota do socialismo no continente. 

  

O Brasil pode se beneficiar se abandonar uma postura puramente ideológica e adotar uma estratégia pragmática. 



 

“Confessam que conhecem a Deus, mas negam-no com as obras, sendo abomináveis e desobedientes, e reprovados para toda boa obra.” — Paulo. (TITO, capítulo 1, versículo 16.)  

  

O Espiritismo, em sua feição de Cristianismo redivivo, tem papel muito mais alto que o de simples campo para novas observações técnicas da ciência instável do mundo.  

  

A Terra, até agora, no que se refere às organizações religiosas, tem vivido repleta dos que confessam a existência de Deus, negando-O, porém, através das obras individuais.  

  

O intercâmbio dos dois mundos, visível e invisível, de maneira direta objetiva esse reajustamento sentimental, para que a luz divina se manifeste nas relações comuns dos homens.  

  

Como conciliar o conhecimento de Deus com o menosprezo aos semelhantes?  

  

As antigas escolas religiosas, à força de se arregimentarem como agrupamentos políticos do mundo, sob o controle do sacerdócio, acabaram por estagnar os impulsos da fé, em exterioridades que aviltam as forças vivas do espírito.  

  

A doutrina consoladora da sobrevivência e da comunicação entre os habitantes da Terra e do Infinito, com bases profundas e amplas no Evangelho, floresce entre as criaturas com características de nova revelação, para que o homem seja, nas atividades vulgares, real afirmação do bem que nasce da fé viva. 

 

Do livro: Caminho, verdade e vida 

Emmanuel / Chico Xavier 


 


 
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