- 23 de mar.

REUNIÃO PÚBLICA DE 11.11.1960.
A todos os que, nas linhas do Cristianismo contemporâneo, hostilizem a ideia da sobrevivência, diante de mediunidades e médiuns, respondamos com o testamento do próprio Cristo.
À face desse impositivo, respinguemos, do texto da Boa-Nova, o seguinte trecho de importante carta elucidativa:
— “Notifico-vos também, irmãos, o Evangelho que já vos tenho anunciado, que também já recebestes e no qual vos mantendes, se não guardais a crença morta. Entreguei-vos, primeiro, a certeza que igualmente recebi, a certeza de que Jesus morreu por amor a nós todos, de que foi sepultado e de que ressuscitou, ao terceiro dia, conforme as Escrituras. Logo após, foi visto por Cefas, pelos doze companheiros que lhe eram familiares e, em seguida, por mais de quinhentos irmãos, dos quais a maior parte ainda permanece, junto de nós, neste mundo. Depois disso, foi visto por Tiago e, outra vez, pelos amigos mais íntimos e, ultimamente, apareceu também a mim, num fenômeno inesperado. Isso aconteceu, embora seja, de minha parte, o menor dos apóstolos, não me reconhecendo digno desse nome, mas, pela bênção de Deus, sou o que sou, cabendo-me trabalhar intensivamente para que essa bênção do Senhor para comigo não seja frustrada. Desse modo, seja por mim ou pelos outros, assim é a verdade que ensinamos e haveis criado. Ora, se se prega que o Cristo ressuscitou dos mortos, por que motivo há, entre vós, quem diga que os mortos não ressuscitam? Se não há ressurreição dos mortos, Cristo igualmente não ressuscitou, e, se o Cristo não ressuscitou, vã é a nossa pregação e vã é a vossa fé.
Semelhantes considerações parecem nascidas do punho de valoroso comentarista espírita da atualidade; entretanto, foram escritas há quase dois milênios, por Paulo de Tarso, e constam nos versículos 1 a 14, do capítulo 15, da primeira mensagem do grande amigo da gentilidade aos coríntios, aqui transcritas por nós, na linguagem de nossos dias.
É fácil observar, assim, que todos os cristãos, dessa ou daquela escola de fé, que procurem desacreditar mediunidades e médiuns, mais não fazem que tentar destruir as bases espirituais em que se levantam, golpeando e defraudando a si mesmos.
Livro: Seara dos médiuns
Autor Espiritual: Emmanuel
Psicografia: Chico Xavier
Núcleo Espírita Maria Mãe de Jesus
Instagram: @mariamaedejesusne
Youtube: @mariamaedejesusne







Por: Robérico Silva de Oliveira – Teólogo, Gestor em Teologia, Psicanalista Clínico, pós-graduado em Psicologia Clínica, graduado em Administração, pós-graduado em Ciências Políticas.
Vivemos em uma era de excesso de informação e escassez de discernimento. Nunca se viu tanto — e, ao mesmo tempo, tão pouco se compreendeu. É nesse contexto que a frase do escritor irlandês do século XIX, Oscar Wilde, se torna mais atual do que nunca:“Os olhos são inúteis quando a mente é cega.”
A cegueira aqui não é física — é intelectual, emocional e, muitas vezes, moral. Trata-se da incapacidade de perceber o que está além das aparências, de questionar narrativas prontas, de enxergar a realidade sem os filtros da manipulação, da conveniência ou da ignorância.
Não se trata de “vista preguiçosa” (ambliopia), mas de algo muito mais grave: a recusa — consciente ou não — de pensar. É a mente que não se exercita, que não analisa, que não confronta informações. É o olhar que vê, mas não enxerga.
Em tempos de polarização política, discursos religiosos distorcidos, relações superficiais e excesso de opiniões rasas, torna-se urgente desenvolver uma visão crítica. É preciso aprender a ler além das linhas, interpretar os fatos com profundidade e filtrar o que chega até nós com responsabilidade.
“Todos fecham os olhos quando morrem, mas nem todos enxergam quando estão vivos.” (Dr. Augusto Cury).
A verdadeira visão exige esforço. Exige sair da zona de conforto, abandonar certezas prontas e encarar a realidade com maturidade. Exige, sobretudo, humildade para reconhecer que nem sempre estamos certos.
“Abre tu os meus olhos, para que veja as maravilhas da tua lei.”(Salmo 119:18)
Há forças — sociais, políticas e ideológicas — que se beneficiam de mentes cegas. Quanto menos uma pessoa questiona, mais facilmente ela é conduzida.
“[...] o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos [...]”(2 Coríntios 4:4)
Por isso, desenvolver discernimento não é apenas uma virtude — é uma necessidade. É um ato de responsabilidade consigo mesmo e com a sociedade.
“É possível enganar algumas pessoas todo o tempo; é também possível enganar todas as pessoas por algum tempo; o que não é possível é enganar todas as pessoas todo o tempo.” (Abraham Lincoln)
Diante disso, é fundamental cultivar o senso crítico. Observe, analise, questione. Não aceite tudo de forma automática. Nem tudo o que parece verdadeiro, de fato é.
Mas atenção: buscar a verdade não é tentar provar que você está certo — é estar disposto a descobrir o que é certo, mesmo que isso contrarie suas próprias convicções.
No fim, a maior prisão não é a falta de visão — é a recusa em enxergar.
“E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.”(João 8:32)
Pense nisso.






- 19 de mar.

Quinta-feira, 12/03/2026 📖
Reflita com a mensagem do dia
do livro MOMENTOS DE ILUMINAÇÃO
ditada por Joanna de Ângelis
psicografada por Divaldo Pereira Franco
Excerto do Cap. 7: Caminho da autoiluminação
Se te sentes portador de mediunidade, encara-a com sincero equilíbrio e dispõe-te a aplicá-la bem. O homem ditoso do futuro será um indivíduo "psi", um sensível e consciente instrumento dos Espíritos, ele próprio lúcido e responsável pelos acontecimentos da sua existência. Desveste-te de quaisquer fantasias em torno dos fenômenos de que és objeto e encara-os com realismo, dispondo-te à sua plena utilização. Amadurece reflexões em torno deles e resguarda-os das frivolidades, exibicionismos vãos, comercialização vil, recurso para a exaltação da personalidade ou das paixões inferiores. Sê paciente com os resultados e perseverante nas realizações. Toda sementeira responde à medida que o tempo passa. A educação da mediunidade requer tempo, experiência, ductibilidade do indivíduo, como sucede com as demais faculdades e tendências culturais, artísticas e mentais que exornam o homem.
Tenha um ótimo dia! 🤗☀️
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