top of page
Flago esperanto.jpg
Ortotrauma.jpeg
WhatsApp Image 2020-09-24 at 19.07.07.jp
Casa Renata.jpeg
WhatsApp Image 2020-09-24 at 19.05.34.jp
Buscar
  • 9 de fev.

JUNCAL


Tenho pena 

De quem tem pena 

E não consegue voar 

Talvez não tenha aprendido 

A importância 

De bater asas 

E alçar voos 

Vive de lamentações 

Às vezes até entro na onda 

Por acomodamento 

E até por duvidar 

Do empenho e capacidade 

Tem quem acha 

Que pode culpar o tempo, 

O momento, a dificuldade 

A outro ... 

O fato, é que sentir pena 

Acaba virando rotina 

É mais fácil lamentar 

Que realizar o irrealizável 

Tenham dó  

Pena é apenamento enrustido 

E tem quem sente 

Um conforto 

Com tal situação 

É mais fácil culpar os outros 

Dizer ser vítima  

Como um pobre coitado 

Que sente pena 

De ter pena de si 

Em um acompanhamento 

De doutrinação e cabresto 

Sem certeza, argumentos ... 

Carrega como troféu 

A mentira viciada em sair 

Cabisbaixa, submissos ... 

Que esperam por uma abobora 

Um arzinho engarrafado 

Entre outras “PROMISSAS”  

Angariando assim seguidores 

Necessitados, carentes 

Duvidosos, traiçoeiros  

Enquanto “EXPERT” 

Com os corruPTos correndo solto 

Só importando o companheirismo  

Não importando as ESFERAS 

Que pertençam pois o que vale 

É o RETORNO  

E nesse caso 

Não existe PENA! 



 

Por: Robérico Silva de Oliveira – Radialista Profissional RPR/BA 3204; Jornalista Profissional MTE/RJ 45005; Teólogo; Gestor em Teologia; Psicanalista Clínico; Pós-Graduado em Psicologia Clínica; Bacharel em Administração; Pós-Graduado em Ciências Políticas. 


O QUE FAZ UM DEPUTADO ESTADUAL? 


O deputado estadual é um representante eleito para ocupar uma cadeira na Assembleia Legislativa do seu estado. Suas principais funções são legislar de acordo com os interesses da população e fiscalizar o trabalho do governador. 


Mas não é só isso. Confira, a seguir, o que mais ele pode fazer e quais são os pontos mais importantes sobre o trabalho de um deputado estadual ungido nas urnas por meio do voto do eleitor contribuinte. 


Logo, cada deputado estadual é, simplesmente, empregado do povo. Literalmente, um servidor público estadual. Traduzindo melhor: foi eleito para servir ao público, ou seja, trabalhar e servir os eleitores e conterrâneos que confiaram naquele parlamentar para representá-los no Poder Legislativo do seu estado. 


QUAIS SÃO AS ATRIBUIÇÕES DE UM DEPUTADO ESTADUAL?  


Como representante do povo na Assembleia Legislativa do seu respectivo estado, a principal função do deputado estadual é legislar. Cabe a ele propor, emendar ou alterar projetos de lei que representem os interesses da população, desde que não entrem em conflito com as normas federais ou municipais. 


Outra importante função do deputado estadual é fiscalizar o trabalho do governador, garantindo a boa administração do estado. É o deputado estadual quem julga, anualmente, as contas prestadas pelo Poder Executivo estadual e fiscaliza outras ações administrativas, como a execução orçamentária. 


O deputado estadual também participa da elaboração do orçamento do estado, instituindo impostos estaduais e distribuindo os recursos conforme as áreas de interesse público, como saúde, educação, cultura, lazer e segurança pública, entre outras. 


A Assembleia Legislativa possui ainda o poder de criar Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) para investigar possíveis ilícitos na administração pública, além de receber denúncias e encaminhar processos em caso de crime de responsabilidade cometido pelo governador do estado. 


Os deputados estaduais são responsáveis por fixar os salários do governador, do vice-governador e do próprio deputado estadual. Além disso, podem dispor sobre o regimento interno, a polícia e os serviços da Assembleia Legislativa, já que o Poder Legislativo possui autonomia administrativa. 


QUEM PODE SER DEPUTADO ESTADUAL?


Antes de se candidatar ao cargo de deputado estadual, o cidadão precisa cumprir alguns pré-requisitos legais: 

Possuir nacionalidade brasileira; 

Estar em pleno exercício dos direitos políticos, ou seja: 

Ter atingido a maioridade; 

Ser eleitor; 

Estar em dia com as obrigações militares (no caso dos homens); 

Em caso de condenação criminal transitada em julgado, ter cumprido integralmente a pena; 

Ter domicílio eleitoral no estado em que pretende concorrer; 

Estar filiado a um partido político e ter sido escolhido em convenção partidária; 


ESTAR ALISTADO JUNTO À JUSTIÇA ELEITORAL;  


Ter idade mínima de 21 anos, a serem completados até a data oficial da posse. 


REFLEXÃO AO ELEITOR  


Nas eleições deste ano, cujo primeiro turno será em 04 de outubro e o segundo turno em 25 de outubro, caso seja necessário, procure se lembrar em qual deputado estadual você votou nas eleições passadas, assim como seu grupo político e partido. 


Faça um levantamento sobre a atuação desse parlamentar na Assembleia Legislativa do seu estado para ter a certeza de que ele realmente o representou bem. 


Isso faz parte do sagrado compromisso da cidadania: reconduzir ao cargo quem cumpriu bem sua missão ou anular o contrato político daquele que não foi um servidor público confiável. 


Afinal, é assim que age qualquer empregador. Se o funcionário é produtivo, entrega resultados e contribui para o crescimento da empresa, ele permanece. Mas, se não atende sequer às expectativas mínimas, fatalmente ouvirá a frase: 


“Você está demitido.” 

Pense nisso e diga ao seu deputado estadual que não foi produtivo nem coerente: 


“VOCÊ ESTÁ DEMITIDO!” 



 

Por CARLOS AROUCK

FORMADO EM DIREITO E ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS


O colapso do Banco Master tornou público um dos maiores escândalos financeiros da história recente do Brasil. Controlado por Daniel Vorcaro o banco acumulou fraudes estimadas entre R$ 12 bilhões e R$ 50 bilhões o que levou à sua liquidação pelo Banco Central em novembro de 2025. Preso pela Polícia Federal na Operação Compliance Zero Vorcaro é acusado de gestão fraudulenta desvio de recursos e associação criminosa. 

  

O que amplia a gravidade do caso é a proximidade do esquema com o núcleo do poder. Registros indicam que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu Vorcaro no Palácio do Planalto em dezembro de 2024 em encontro fora da agenda oficial. A reunião foi intermediada por Guido Mantega, ex ministro da Fazenda, que recebia R$ 1 milhão mensal como consultor do Banco Master, totalizando ao menos R$ 16 milhões. 

  

O senador Jaques Wagner, líder do governo no Senado, também aparece como articulador, ao indicar Mantega e Ricardo Lewandowski para consultorias no banco. No mesmo período, o governo Lula aprovou mais de R$ 300 milhões em contratos do Ministério da Saúde com a Biomm - empresa ligada a Vorcaro para fornecimento de insulina ao SUS, mesmo com o escândalo já em curso. 

  

O Supremo Tribunal Federal também é atingido por suspeitas. Alexandre de Moraes visitou a residência de Vorcaro durante negociações entre o Banco Master e o BRB enquanto o escritório de sua esposa mantinha contrato com o banco. Dias Toffoli, relator do inquérito, teria viajado em jato particular financiado por Vorcaro pouco antes de ser sorteado para o caso. As conexões levantam questionamentos sobre conflitos de interesse e abalam a credibilidade do Judiciário. 

  

No Ministério da Justiça, Ricardo Lewandowski, nomeado por Lula, manteve contrato de consultoria com o Banco Master, que rendeu R$ 6,5 milhões ao escritório de sua família, parte significativa paga enquanto ele já era ministro. O contrato só foi encerrado após o veto do Banco Central à venda do banco e sua saída antecipada do governo em janeiro de 2026 foi interpretada como tentativa de reduzir danos políticos. 

  

Enquanto isso, o governo trata irregularidades no INSS como falhas técnicas e sistêmicas, mesmo quando envolvem o próprio Banco Master e bilhões em crédito consignado sem comprovação adequada. No caso Master, porém, há nomes, cargos e vínculos diretos entre empresários, políticos, ministros e instituições do Estado. 

  

O escândalo expõe um padrão de proximidade entre poder político, sistema financeiro e altas cortes, o que contradiz o discurso oficial de combate ao crime organizado. Para críticos, o caso exige CPI, responsabilização política e julgamento rigoroso. Se no discurso o sistema falha, na prática o esquema opera e o Brasil paga a conta. 



 
WhatsApp Image 2020-09-24 at 19.09.56.jp
duda.jpg
Foto%20Cart%C3%A3o%20H%C3%A9lio%20Gomes_
WhatsApp Image 2020-09-24 at 19.06.56.jp
panieri.JPG
padaria perola.JPG
corpus.JPG
bottom of page