
ALESSANDRA CAMARA - Bachelor of Science in Psychology - Graduated: May 2016 Missouri State University – Springfield, MO
Associates of Arts - Associates of Independent Studies Graduated: May 2014
Ozark Technical Community College - Springfield, MO
Professional Coach Certification - Professional Executive Coach Certification - Professional Master Coach Certification
Vocês estão aqui para a continuação de uma leitura simples, curta e repleta de momentos incríveis. Minha humilde sugestão é que leiam devagar. Assim, seu coração ficará em paz para aprender algo que talvez seja novo e impactante para muitos ou, quem sabe, apenas um complemento do que já o vivem.
O livro que estou compartilhando com vocês chama-se Um Novo Mundo: O Despertar de uma Nova Consciência, escrito por Eckhart Tolle. Acredito que cada capítulo deste livro tem um propósito único para as vidas aqui presentes, neste momento.
Sintam-se leves como se estivessem nas nuvens e vamos juntos continuar nos alimentandos com o que entendemos hoje ser o maior poder da nossa existência: a consciência.
Livro: Um Novo Mundo de Eckhart Tolle
Páginas 253 à 255
“AS TRÊS MODALIDADES DE AÇÃO DESPERTA.
A consciência pode fluir para o que fazemos de três maneiras e, assim, por nosso intermédio, penetrar no mundo. São três modalidades que nos permitem alinhar nossa vida com o poder criativo do universo. Modalidade corresponde à frequência energética subjacente que chega à nossas ações e as conectar à consciência desperta que está surgindo no mundo. A menos que decorra de uma dessas três modalidades, qualquer coisa que façamos será marcada pela disfunção e pertencerá ao ego. As modalidades podem mudar no transcorrer do dia, e uma delas talvez seja predominante num estágio específico da nossa vida. Cada uma delas é adequada a determinada situações.
As modalidades de ação desperta são aceitação, prazer e entusiasmo. Cada uma delas representa uma frequência vibracional da consciência. Precisamos estar atentos para garantir que uma modalidade permaneça ativa sempre que estivermos envolvidos na execução de algo - da tarefa mais simples à mais complexa. Caso não estejamos nem no estado de aceitação, nem de prazer, nem de entusiasmo, é porque estamos causando sofrimento a nós mesmos e aos outros.
A ACEITAÇÃO
Embora possamos não gostar de fazer determinadas coisas, precisamos ao menos aceitar que temos de executá-las. A aceitação significa o seguinte: por enquanto, o que essa situação, este momento, requer de mim é isto, então eu o faço de boa vontade. Já tratei da importância da aceitação interior do que acontece - e a aceitação do que devemos fazer é apenas outro aspecto disso. Por exemplo, provavelmente você não vai gostar de trocar um pneu à noite num lugar deserto e em plena chuva, e muito menos ficará entusiasmado com essa ideia. No entanto, pode se resignar a aceitar esse fato. Praticarmos uma ação no estado de aceitação é estarmos em paz enquanto a realizamos. Essa paz é uma vibração energética sutil que, em seguida, se transfere para o que estamos fazendo. Na superfície, a aceitação parece um estado passivo, entretanto ela é ativa e criativa porque traz algo novo ao mundo. Essa paz, essa vibração energética sutil, é a consciência. E uma de suas maneiras de se revelar é através da ação abnegada, que é um aspecto de aceitação.
Caso você não consiga encontrar prazer no que vai fazer nem aceitar que deve executar isso - pare. Caso contrário, não estará assumindo a responsabilidade pela única coisa pela qual pode de fato se responsabilizar e que também é algo que importa de verdade: seu estado de consciência. E, se você não assume a responsabilidade pelo seu estado de consciência, não assume responsabilidade pela vida.”






- 23 de jan.

POR: MARCELO BRASILEIRO - CIDADÃO
Militar da reserva das forças armadas - Advogado com especialização em direito Marítimo, Direito Ambiental
Pós graduado pela Escola da Magistratura do Estado do Espírito Santo
A grande lição aprendida de um juiz sem concurso (foi reprovado em todos!), que não possui uma pós-graduação, que não tem Mestrado, não tem Doutorado, que nunca deu aulas (de Direito) e que roubava autos de processo enquanto era "advogado" do PT:

NÃO EXISTE CRIME PERFEITO!
Uma residência modesta em um bairro residencial de Marília, no interior paulista, aparece nos registros oficiais como endereço de uma empresa ligada à negociação de um resort de luxo no Paraná envolvendo familiares do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli.
No local, porém, a moradora afirma nunca ter tido conhecimento de que sua casa figurava como sede empresarial — nem de qualquer vínculo do marido com o empreendimento.
A casa, de cerca de 130 metros quadrados, está localizada no Jardim Universitário e pertence a Cássia Pires Toffoli, esposa de José Eugênio Dias Toffoli, irmão do ministro.
Segundo documentos da Junta Comercial de São Paulo, o imóvel consta como endereço da Maridt Participações, companhia que já deteve participação relevante no resort Tayayá, complexo turístico de alto padrão no interior do Paraná. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo...
Tai...
Não existe mesmo o tal crime perfeito!






- 23 de jan.

Por CARLOS AROUCK
FORMADO EM DIREITO E ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS
Em um mundo cada vez mais polarizado, a ordem mundial liberal, construída sobre os pilares do globalismo e do multilateralismo, está se desfazendo. O que antes foi apresentado como um sistema infalível de cooperação internacional, agora revela suas fragilidades, abrindo espaço para uma nova era, na qual as nações soberanas reassumem o controle de seus próprios destinos.
Essa transformação não é um acidente histórico, mas o resultado previsível dos excessos liberais, que provocaram uma reação nacionalista vigorosa. Os interesses nacionais são priorizados em detrimento de agendas impostas por burocracias distantes e não eleitas. Tudo o que se observa atualmente aponta para o enfraquecimento do multilateralismo dominado por organismos como a ONU, a União Europeia e a Organização Mundial da Saúde, entidades amplamente criticadas pela falta de responsabilidade democrática e por servirem a elites globalistas em detrimento dos povos.
A ordem internacional liberal, consolidada após a Guerra Fria, já nasceu com bases frágeis. Seus defensores prometiam prosperidade universal por meio de instituições supranacionais, mas o que se viu foi a erosão da soberania nacional e a imposição de decisões por burocratas não eleitos, frequentemente alheios às realidades locais. Entre 2025 e 2026, essa estrutura entrou em colapso acelerado, impulsionada por crises de legitimidade no Ocidente e pela ascensão do chamado Resto do Mundo, nações emergentes que rejeitam o modelo ocidental em declínio.
Analistas conservadores argumentam que os excessos do liberalismo internacional, como a imposição de agendas progressistas e o descaso com o controle de fronteiras, geraram uma reação nacionalista inevitável.
No centro dessa inflexão está a administração Trump nos Estados Unidos, que, em janeiro de 2026, anunciou a retirada do país de dezenas de organizações internacionais, incluindo 31 organismos ligados à ONU, por considerá-los contrários aos interesses americanos. A decisão, formalizada por meio de ordem executiva, classificou essas entidades como redundantes, mal geridas, desnecessárias, dispendiosas e capturadas por interesses estrangeiros.
Para o soberanismo, trata-se de uma vitória evidente. Por que os Estados Unidos, ou qualquer outra nação, deveriam financiar burocracias que promovem agendas como o controle climático global ou intervenções sanitárias impostas, sem consulta aos eleitores? A própria ONU enfrenta crescente resistência política em zonas de conflito, com disputas entre potências paralisando o Conselho de Segurança. Governos de direita veem nesse cenário uma oportunidade clara de enfraquecer estruturas que limitam a autonomia nacional.
Na Europa, a União Europeia, outro pilar do multilateralismo tecnocrático, enfrenta instabilidade diante do avanço de governos nacionalistas. Países como Hungria e Itália desafiam abertamente a autoridade de Bruxelas, priorizando fronteiras seguras e economias nacionais em vez de diretrizes centralizadas. Relatórios recentes indicam que o declínio do Ocidente acelera esse processo, enquanto o Resto, incluindo China, Índia e Brasil, contribui para a formação de uma nova ordem multipolar, mais caótica, porém menos sujeita a imposições liberais.
No Brasil, movimentos conservadores ecoam essa visão ao defender uma política externa alinhada aos interesses nacionais, e não a agendas globalistas promovidas por organismos como a ONU ou a Organização Mundial da Saúde, que durante a pandemia foram acusadas de colocar a burocracia acima das liberdades individuais.
Com o enfraquecimento do modelo imposto por tantos anos, emerge a era das nações, na qual soberania e identidade cultural retornam ao centro do debate. Essa transição não representa o caos anunciado pelos liberais, mas uma correção necessária. Em 2026, ganha força a narrativa de que o liberalismo internacional falhou ao ignorar as aspirações dos povos, gerando uma profunda crise de legitimidade.
Governos de direita ao redor do mundo, do Brasil aos Estados Unidos, adotam o nacionalismo como resposta: fronteiras fortalecidas, comércio bilateral em lugar de tratados multilaterais amplos e rejeição a organismos que ditam políticas sem respaldo eleitoral.
Críticos conservadores frequentemente citam a Organização Mundial da Saúde como exemplo emblemático dessas falhas: uma entidade não eleita que impõe diretrizes globais, muitas vezes alinhadas a interesses de grandes farmacêuticas e de potências como a China, em detrimento da autonomia das nações. A retirada do financiamento americano desses organismos, anunciada recentemente, não enfraquece o mundo; ao contrário, fortalece os países ao libertá-los de amarras desnecessárias.
A própria União Europeia ilustra esse processo. Sua burocracia centralizada levou ao Brexit, quando o Reino Unido deixou de seguir automaticamente as leis da União Europa e agora inspira movimentos semelhantes em outros países, evidenciando que os povos preferem o autogoverno aos ditames de elites distantes.
Estudos acadêmicos reforçam essa interpretação ao apontar que a ordem liberal do período posterior à Guerra Fria estava destinada ao fracasso devido às suas bases instáveis. Seu colapso abre espaço para um sistema internacional no qual as nações competem e cooperam em termos mais equilibrados, sem submissão a estruturas supranacionais. No Brasil, essa visão dialoga com o legado de líderes como Jair Bolsonaro, que priorizavam alianças bilaterais, especialmente com os Estados Unidos, em detrimento de fóruns multilaterais, defendendo valores conservadores frente ao globalismo.
Os tempos estão mudando, e para melhor. O desmonte da ordem liberal não representa o fim do mundo, mas o início de uma era em que nações soberanas determinam seu próprio futuro, livres de organismos não eleitos a serviço de agendas elitistas. Como reconhece a própria Foreign Affairs, o liberalismo internacional selou seu destino ao priorizar ideais utópicos em detrimento das realidades nacionais.
Para os conservadores, trata-se de uma oportunidade histórica: reconstruir a ordem internacional com base na soberania, na tradição e nos interesses reais dos povos. O multilateralismo burocrático se encerra; a era das nações começa. O Brasil, com sua riqueza cultural e potencial econômico, está bem posicionado para prosperar nesse novo cenário, alinhando-se a parceiros que valorizam a liberdade nacional.
A retirada promovida pelo presidente Trump simboliza essa mudança de paradigma. A era de cheques em branco para burocracias internacionais chegou ao fim. Estamos rejeitando um modelo ultrapassado que trata o contribuinte americano, e por extensão outros povos, como financiador permanente de uma arquitetura de governança global ineficiente.

























