
Gabriela Matias, jornalista, redatora e assessora de imprensa, graduada pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB). INSTAGRAM: @gabrielamatiascomunica https://www.instagram.com/gabrielamatiascomunica/
A discussão sobre a flexibilidade das relações de trabalho e o avanço da informalidade no Brasil expõe uma tensão central do mercado atual, a tentativa de equilibrar a adaptação econômica com a preservação de direitos fundamentais. Enquanto empresas buscam modelos mais ágeis de contratação, milhões de trabalhadores seguem atuando fora da formalidade, sem registro em carteira e sem acesso pleno às garantias legais.

Foto: Reprodução/Agência Brasil
O cenário analisado nas matérias mostra que a informalidade não é apenas uma escolha individual, mas resultado de um ambiente econômico marcado por custos elevados de contratação, insegurança jurídica e transformações no modelo produtivo. O discurso da flexibilidade, embora importante em alguns setores, muitas vezes acaba servindo como justificativa para relações de trabalho sem proteção, transferindo riscos que antes eram do empregador para o próprio trabalhador.
Um mercado em transição, entre oportunidades e vulnerabilidades
O mundo do trabalho passa por uma transição acelerada. Novas formas de contratação, atividades por demanda e vínculos mais fluidos surgem como resposta às crises econômicas e às mudanças tecnológicas. O problema é que, em muitos casos, essa flexibilidade se confunde com informalidade, deixando trabalhadores sem férias, FGTS, 13º salário ou cobertura previdenciária.
Essa realidade cria uma contradição, pessoas trabalham de forma contínua, subordinada e remunerada, mas sem qualquer reconhecimento formal. Na prática, isso significa exercer as mesmas funções de um empregado registrado, mas sem os direitos correspondentes.
Quem trabalha sem carteira ainda tem direitos
Mesmo sem registro, a legislação brasileira não exclui o trabalhador da proteção jurídica. Se houver prestação pessoal de serviço, subordinação, habitualidade e pagamento, a relação pode ser reconhecida como vínculo empregatício. Com isso, surgem direitos como férias com adicional, 13º salário, FGTS, horas extras e verbas rescisórias.
Ferramentas como a calculadora de direitos trabalhistas para quem trabalhou sem carteira ajudam a estimar o valor dessas verbas, com base no salário, no tempo de serviço e no tipo de desligamento. Elas permitem que o trabalhador tenha uma noção clara do que pode reivindicar, evitando acordos injustos ou a desistência por desconhecimento.
O maior desafio é provar o vínculo
Mais do que calcular valores, o principal obstáculo está em demonstrar que a relação de trabalho existiu. Mensagens, recibos, extratos bancários, testemunhas, fotos e registros de rotina podem ser utilizados para comprovar o vínculo perante a Justiça do Trabalho.
De acordo com a advogada especialista Dra. Rafaela Carvalho do VLV Advogados, “muitos trabalhadores acreditam que, por não terem carteira assinada, não possuem direitos, o que não é verdade. Quando há subordinação, habitualidade e pagamento, a lei reconhece o vínculo e garante todas as verbas trabalhistas correspondentes”.
Flexibilização não pode significar perda de direitos
A expansão da informalidade sob o discurso da flexibilidade revela um risco estrutural, a normalização de relações precárias. Quando o trabalhador assume todos os riscos, sem rede de proteção, o resultado é insegurança financeira, dificuldade de acesso à Previdência e maior exposição a abusos.
O Direito do Trabalho existe justamente para equilibrar essa relação desigual. Adaptar modelos de contratação é possível, mas isso não pode ocorrer às custas da dignidade do trabalhador nem da supressão de direitos básicos que garantem sobrevivência, estabilidade e proteção social.
Assim como acontece em outros campos do Direito, aceitar trabalhar sem compreender os impactos legais pode gerar prejuízos duradouros. Conhecer os próprios direitos, saber como calculá-los e buscar orientação adequada é o primeiro passo para transformar informalidade em justiça.
Com informações de publicações em diversos sites, como https://vlvadvogados.com/ e site de notícias https://correiodoestado.com.br/mix/2026-promete-ser-um-ano-de-grandes-mudancas-para-quem-e-trabalhador-clt/






- 12 de jan.

“Em verdade vos digo que se dois dentre vós, sobre a Terra, concordarem a respeito de qualquer coisa que porventura pedirem, ser-lhes-á concedida por meu Pai que está nos Céus.” — JESUS (Mt 18:19)
Aceitar-nos na condição de obreiros chamados por Jesus a servir e servir.
Compreendermo-nos em lide como sendo uma só família na intimidade do lar, esquecendo-nos pelo rendimento da obra.
Acreditar — mas acreditar mesmo — que nada conseguiremos de bom, perante o Senhor, sem humildade e paciência, tolerância e compreensão, uns diante dos outros.
Situar a mente e o coração na lavoura do bem comum.
Fazer o que se deve, mas prestar apoio discreto e desinteressado aos companheiros na desincumbência das responsabilidades que lhes competem.
Associarmo-nos ao esforço geral do grupo no cumprimento do programa de ação, traçado a benefício do próximo, sem esperar pedidos ou requisições de concurso fraterno.
Observamos, todos nós, que nos achamos na Seara de Jesus, não porque aí estejam laços queridos ou almas abençoadas de nosso tesouro afetivo, a quem desejamos agradar e a quem realmente devemos ajudar, quanto nos seja possível, mas, acima de tudo, para trabalhar por nós e para nós mesmos, aproveitando as novas concessões que o Senhor nos fez por acréscimo de misericórdia, a fim de que se nos melhore o gabarito espiritual nos empreendimentos de resgate e elevação.
Caminhar para a frente, desculpando-nos com entendimento mútuo quanto às próprias fraquezas, sem melindres e sem queixas que apenas redundam em complicações e perda de tempo.
Agir e servir sem menosprezar as tarefas aparentemente pequeninas, como sejam: colaborar na limpeza, transmitir um recado, ouvir atenciosamente os irmãos mais necessitados que nós mesmos, ou socorrer uma criança.
Cada um de nós, na equipe de ação espírita, é peça importante nos mecanismos do bem.
Jamais esquecer-nos de que o maior gênio não consegue realizar-se sozinho e que, por isso mesmo, Jesus nos trouxe à edificação do Reino de Deus, valorizando o princípio da interdependência e a lei da cooperação.
Livro: Segue-me
Pelo Espírito: Emmanuel
Médium: Chico Xavier
Núcleo Espírita Maria Mãe de Jesus.
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- 11 de jan.

Por Robérico Silva de Oliveira – Teólogo, Gestor Teologia, Psicanalista Clínico, Pós-Graduado em Psicologia Clínica, Bacharel em Administração, Pós-Graduado em Ciências Políticas.
Cuidar da saúde mental aumenta a qualidade de vida de forma expansiva. Haja vista que diversas pessoas ainda não compreendem o real significado/importância, do bem-estar gerado pela valorização/zelo no cuidando da saúde mental/emocional. Em cada aviso de agendamento dos meus pacientes, digo insistentemente: “parabéns pelo cuidando com a sua saúde mental e emocional”.
Janeiro branco por quê – a falta de cuidado com a sua saúde mental altera nosso dia a dia nas relações interpessoais, profissionais, sentimental e, até, “de nós para nós”. Isto é, deixaremos de ficar de bem nós mesmos; deixaremos de ficar de bem com a vida. E, infelizmente não tem como agradar alguém que não estar bem consigo mesmo. Portanto, cuide bem de você mesmo! Cuide de sua saúde mental/emocional e evite ser acometido dos seguintes problemas da saúde mental:
Esquizofrenia: um transtorno crônico que altera forma de pensar, emoções, comportamento, culminando com distorções da percepção.
Transtorno Bipolar: Alterações extremas de humor variando o fator cognitivo provocando euforia.
Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC): que envolve pensamentos intrusivos, obsessões, e comportamentos repetitivos, compulsões, para aliviar à ansiedade.
Depressão: provocando sintomas como tristeza profunda, perda de interesse ou prazer, alterações no apetite e no sono, falta de energia e dificuldade de concentração.
Ansiedade: que provoca sentimentos de preocupação, medo e tensão excessiva.
Existem outros transtornos mentais/emocionais, como transtorno de personalidade borderline, transtorno do sono, transtornos relacionados ao uso de substâncias químicas, etc. Lembre-se, depois de Deus a pessoa mais importante de sua vida “É VOCÊ”. Pense nisso.

























