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Gabriela Matias, jornalista, redatora e assessora de imprensa, graduada pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB). INSTAGRAM:  @gabrielamatiascomunica https://www.instagram.com/gabrielamatiascomunica/ 


A idade média de aposentadoria no Brasil mudou significativamente após a Reforma da Previdência. Desde a Emenda Constitucional nº 103/2019, não basta apenas completar determinado tempo de contribuição: a exigência de idade mínima tornou-se regra central no sistema previdenciário. Em 2025 e 2026, as regras de transição continuam produzindo efeitos concretos na vida de quem já contribuía antes da reforma e precisa entender qual caminho seguir. 


A aposentadoria deixou de ser apenas uma questão de tempo trabalhado e passou a exigir análise técnica mais detalhada. Compreender como funciona a idade mínima, o sistema de pontos e as regras de pedágio tornou-se essencial para evitar prejuízos e garantir que o benefício seja solicitado no momento mais vantajoso. 


O que mudou na idade média de aposentadoria após a reforma 


A Reforma da Previdência alterou profundamente o modelo anterior, que permitia aposentadoria por tempo de contribuição sem idade mínima em diversas situações. Com as novas regras, a exigência de idade passou a ser componente obrigatório para a maioria dos segurados. 


Na prática, isso elevou a idade média de aposentadoria. Trabalhadores que antes poderiam se aposentar apenas pelo tempo contribuído passaram a precisar cumprir requisito etário adicional. Essa mudança impactou diretamente o planejamento de quem já estava próximo de requerer o benefício em 2019. 


Além disso, a regra permanente estabeleceu idade mínima de 62 anos para mulheres e 65 anos para homens, com tempo mínimo de contribuição. Esse novo parâmetro redefiniu o momento médio em que o benefício é concedido, tornando a análise previdenciária mais estratégica. 


Regras de transição e proteção de quem já contribuía 


Para evitar prejuízos abruptos a quem já estava no mercado de trabalho antes da reforma, foram criadas as chamadas regras de transição. Elas funcionam como mecanismos intermediários entre o sistema antigo e a regra definitiva. 


Entre as principais modalidades estão a regra de pontos, a idade mínima progressiva e os pedágios de 50% e 100%. Cada uma possui requisitos próprios e pode resultar em valores e prazos distintos para a concessão do benefício. 


Na regra de pontos, soma-se idade e tempo de contribuição. Na idade mínima progressiva, há aumento gradual do requisito etário. Já nas regras de pedágio, o segurado deve cumprir período adicional sobre o tempo que faltava para se aposentar na data da reforma. A escolha da regra mais adequada depende do histórico individual de contribuições. 


Impactos práticos das regras atuais na concessão do benefício 


As novas exigências impactam diretamente tanto o momento da aposentadoria quanto o valor final do benefício. Um pedido feito com base em regra menos vantajosa pode resultar em renda menor ou em necessidade de trabalhar por mais tempo. 


Pequenas diferenças no tempo de contribuição ou na idade podem alterar o enquadramento jurídico. Além disso, o cálculo do benefício passou a considerar a média de todos os salários de contribuição, o que também influencia o valor recebido. 


De acordo com a advogada especialista Dra. Rafaela Carvalho, do VLV Advogados “as regras de transição exigem análise técnica cuidadosa. Muitos segurados possuem direito a mais de uma modalidade, e a escolha inadequada pode gerar prejuízos financeiros relevantes ao longo dos anos”. 


Planejamento previdenciário como ferramenta de proteção 


Diante da complexidade das regras atuais, o planejamento previdenciário tornou-se ferramenta essencial. Avaliar o tempo já contribuído, simular cenários e identificar a regra mais vantajosa pode significar antecipar o benefício ou aumentar o valor da renda mensal. 

Solicitar aposentadoria sem análise prévia pode levar a decisões precipitadas. Em alguns casos, aguardar alguns meses ou reorganizar contribuições pode gerar impacto positivo significativo no cálculo final. 


A aposentadoria não é apenas um ato administrativo, mas uma decisão estratégica que influencia a estabilidade financeira futura. Compreender as regras vigentes e agir com orientação técnica adequada é o caminho para garantir que o direito seja exercido de forma segura e vantajosa. 




 

Mayrion Álvares da Silva

Estoquista

Instagram: @folhadebrumado


Que saudade da época 

Quando a verdade prevalecia. 

Hoje? É a mentira que dita as regras 

Diante da assustadora desinformação. 

Enquanto a verdade 

Se contentava em habitar 

Os corações dos homens de bem, 

A mentira aos poucos e na surdina 

Dominava as mentes sem escrúpulos  

Dos homens cercados de poder. 

Sendo assim, sem nenhum alarde 

A mentira conseguiu alcançar 

Políticos, empresários, religiosos, 

Jornalistas, universidades 

E por fim, sem muitos esforços; 

A última esperança de um povo... 

A justiça suprema. 

Hoje, a verdade vive escondida; 

De vez em quando aparece para respirar 

Para não morrer asfixiada  

Pelas falácias da mentira. 

Já a mentira, desfila despreocupada 

Sem medo de ser desmascarada 

Devido a verdade não ter mais forças. 

A verdade não perdeu só as forças, 

E sim, a credibilidade e a confiança. 

Enquanto a verdade é justa 

E vive em parceria com a realidade, 

A mentira ignora a justiça 

E vive de promessas e fantasias. 

É por isso que é fácil 

Enganar a maioria de um povo. 

Pois é melhor prometer fantasias, 

Do que apresentar uma dura realidade. 

Enquanto a mentira convence um povo 

À acreditar em dias melhores, 

A verdade ensina o seu povo 

A lutar por melhores dias. 

Então, é mais confortável 

Esperar sentado por uma promessa, 

Do que levantar para lutar 

Por uma possível concretização. 

A mentira não perde seu tempo 

Para conquistar homens de bem. 

Pois ela sabe que os homens maus 

Não necessita de esforços 

Para convencê-los. 

É por isso que no meio político, 

A maioria são maus-caracteres. 

Sendo assim, a verdade 

Vai desaparecendo aos poucos 

Pois tem dificuldades de adentrar 

Na mente da maioria. 

Para piorar a situação, 

A mentira casou-se com a desinformação. 



 

Veronica de Oxosse Íyálorixá no Ilê Igba Òmó Aro Omin

Professora e Ativista do Movimento Mulheres Negras e luta contra a Intolerância Religiosa! Componho o Coletivo de Mulheres “Curicas Empoderadas”, atuante na área de palestras sobre autoestima e Empoderamento feminino


CORPO, CASA E ESPÍRITO EM HARMONIA


O tambor silenciou, a purpurina repousa no chão e o sol de quarta-feira nasce pedindo calma. Mais do que o fim da festa, hoje é o dia da retomada. Nas tradições de terreiro, sabemos que para realizar é preciso estar inteiro. O corpo é nosso primeiro templo, e a casa, nossa segunda pele. 


Depois da intensidade das ruas, é hora de "esfriar" o que esquentou e firmar os passos para o ano que se inicia agora. 


1. O Templo do Corpo: Purificação e Águas 


O Carnaval consome nossa energia vital (Axé). Para recuperá-la, o segredo está na simplicidade da natureza: 


* Hidratação Sagrada: A água é o elemento que limpa e regenera. Abuse da água de coco, sucos naturais e muita água mineral. Deixe que o líquido lave o cansaço do fígado e das células. 


* Alimentação de Cura: Fuja de Comidas pesadas Priorize frutas, legumes e sopas leves. O Chá de Dente-de-Leão é o grande aliado: ele não só limpa o corpo físico, como equilibra o Plexo Solar, nosso centro de troca com o mundo. 


* O Descanso é um Ritual: Dormir não é perda de tempo, é fundamento. Permita-se o repouso para que o espírito assente no corpo. 


2. A Limpeza da Morada: Renovando o Ambiente 


A casa guarda as memórias da folia e as energias de quem passou por ela. Vamos abrir os caminhos: 


* Vento e Luz: Abra todas as janelas. Deixe o ar circular e o sol de Orun (o céu) expulsar qualquer estagnação. 


* Organização e Descarte: Lave as roupas de folia imediatamente. O suor e o brilho devem ir embora com a água corrente. Jogue fora o que quebrou e organize o que ficou bagunçado. 


* Defumação de Descarrego: Em vez de apenas perfumar, vamos defumar. Use ervas secas ou incensos de arruda e manjericão para transmutar as energias densas deixadas pelas visitas e pela agitação das ruas. Sinta a fumaça levando o que é pesado e trazendo o frescor. 


3. Rituais de Renovação: O Poder do Banho 


Para tirar a "nhaca" e renovar a disposição, faremos um ritual em duas etapas: 


* Etapa 1: Peeling de Renovação (Descarrego): No banho, utilize sabão de coco com açúcar. Faça uma esfoliação em todo o corpo. O sabão de coco limpa profundamente as energias negativas, enquanto o açúcar atua como um peeling, removendo as células mortas e as impurezas espirituais, preparando sua pele para o novo. Enxágue bem, sentindo tudo o que é velho indo pelo ralo. 


* Etapa 2: Banho de Brilho e Caminho: Após o enxágue, tome um banho de folhas de louro. O louro traz a energia da vitória, do brilho pessoal e da prosperidade. É o axé que você precisa para que seu ano comece com força e reconhecimento. 


* Escalda-pés: Seus pés te carregaram na folia; honre-os. Água morna com gotas de óleo de lavanda por 15 minutos ajudam na fluidez e no aterramento. 


O Ano Começa Agora 


Retome sua rotina com paciência. Olhe suas finanças com pé no chão, use a tecnologia a seu favor e, acima de tudo, respeite seu ritmo. Não se joga uma semente na terra seca; prepare seu solo hoje com essa limpeza para colher os frutos de um ano próspero. 


Que a paz de Oxalá e a força das ervas acompanhem sua caminhada! 



 
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