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RIBAMAR VIEGAS - ESCRITOR LUDOVICENSE


Hoje, 28 de abril, Dia Nacional da Educação, que tal revermos este texto?  

 

     Uma pesquisa científica para saber o que as crianças ouviam durante o dia mostrou o seguinte: desde o nascimento até os oito anos de idade a criança escuta em média 100 mil não:  não faça isso, não toque naquilo, não mexa, não pode, já falei que não! Não se atreva!...


    Outro dado marcante é que, para cada elogio, a criança recebe nove repreensões.

 

   Certamente tanta negativa cria uma limitação na genialidade da criança que passa a absorver apenas regras e normas convencionais, ou seja, o condicionamento.

 

  Só para exemplificar o que ocorre com a criança nessa faixa etária, analisemos o comportamento regressivo da inteligência de dois tipos bem diferentes de animais sob condicionamento, conforme Lair Ribeiro, no seu livro Pés no Chão e Cabeça nas Estrelas:

 

   Uma pulga colocada dentro de um vidro com tampa, como antes ela era livre, tende a pular e, consequentemente bater o corpo contra a tampa. Depois de vários pulos, ela descobre que não adianta ficar resistindo e começa a pular numa altura menor, suficiente para evitar o choque. Aí você pode tirar a tampa, ela nunca mais vai pular para fora do vidro! Seu pequeno cérebro ficou condicionado, e ela não consegue mais perceber que, se pular um pouco mais alto, consegue escapar.

 

  Um elefantinho, recém desmamado, amarrado numa árvore, logicamente vai tentar sair. Sendo a árvore forte, o elefantinho não conseguirá. Depois de várias tentativas, ele desistirá.  Mais tarde o domador poderá amarrar esse animal na perna de um banquinho e  ele continuará pensando que está preso à árvore e nem arriscará se livrar.

 

   Em um pasto, no município de Ibiassucê - Bahia, chamou minha atenção o movimento sincronizado de dois bois que caminhavam juntos, um ao lado do outro, passo a passo. Levantavam e abaixavam as cabeças para pastar ao mesmo tempo. Os dois bois agiam como se um fosse espelho do outro. Tratava-se de uma parelha de bois de carroça que, desde bezerros, foram amarrados um ao lado outro, o que os obrigara a deitar, levantar, caminhar, comer, tudo ao mesmo tempo. Na fase adulta, após esse condicionamento dos movimentos e atitudes, ficavam aptos a puxar carroça, empregando suas forças ao mesmo tempo, como se fossem um motor com dois HP...  Certamente, condicionados uniformemente para o resto de suas vidas.

   

  Com a criança não é muito diferente. O não excessivo pode não levá-la a condicionar-se como os animais, mas certamente inibe o desenvolvimento da curiosidade, do saber, do porquê, da genialidade plena, do que ela pode ser capaz... e, atualmente, estimulada a recorrer as perigosas “telinhas eletrônicas” Celular, Vídeo Game...)

 

Diante do exposto, ocorrem-nos duas reflexões, um comentário e uma dedução:

 

  1ª Reflexão: será que os nãos excessivos que tivemos   na infância, semelhantes à   tampa   do   vidro   da    pulga, à    árvore   do elefantinho ou até mesmo aos movimentos impostos à parelha dos bois de carroça influenciaram tão recessivamente nossas genialidades, nossas percepções?...

 

2ª Reflexão:  seria essa a grande diferença entre nós, condicionados, e os considerados gênios, como: Einstein, Newton, Galileu, Pitágoras, Platão, Van Gohg... O Próprio Jesus, admitindo-se   que   esses   não foram  tão condicionados nas suas infâncias e puderam desenvolver com plenitudes suas genialidades, suas percepções, suas criações? 

 

  Comentário:  será que, se o rústico Januário, no âmago do sertão nordestino, lá pelos idos de 1930, tivesse proibido aquele menino curioso de mexer no seu instrumento musical - uma sanfona de oito baixos - teríamos esse gênio da Música Popular Brasileira  que foi e continuará sendo por muito tempo o seu filho Luís Gonzaga?... Evidente que não!...   

 

   Dedução: somente uma nova filosofia na educação, na escola e na família, focada em minimizar o não excessivo e estimular na criança a curiosidade, a criatividade, a percepção, tanto pedagógica como artísticas, seria capaz de esclarecer, num futuro próximo, as nossas observações aqui apresentadas.

 

(Sou Professor Normal Superior)

Brumado - BA, abril de 2026.



 

Veronica de Oxosse Íyálorixá no Ilê Igba Òmó Aro Omin

Professora e Ativista do Movimento Mulheres Negras e luta contra a Intolerância Religiosa! Componho o Coletivo de Mulheres “Curicas Empoderadas”, atuante na área de palestras sobre autoestima e Empoderamento feminino


À medida que os últimos dias de abril se despedem, sentimos no ar aquela vontade natural de renovar as energias e abrir as janelas da alma para o que está por vir. Na nossa caminhada, entendemos que o tempo é um ciclo sagrado, e encerrar um mês é muito mais do que virar uma folha no calendário; é uma oportunidade preciosa de deixar para trás o que pesou e preparar o terreno para as sementes de maio.


Para começar essa transição com o pé direito, nada melhor do que cuidar do nosso refúgio: a nossa casa. Uma faxina ritualística faz maravilhas, limpando do fundo para a frente com um pouco de essência de eucalipto ou gotas de amônia, mentalizando que toda poeira espiritual está sendo varrida para fora. Enquanto a casa respira nova, o perfume da defumação com guiné ou arruda pode percorrer cada canto, do interior para a porta de entrada, levando embora as vibrações antigas e trazendo o frescor da limpeza. É o momento também de olhar para o nosso altar ou congá com cuidado, trocando as águas dos copos, oferecendo flores brancas ou amarelas e acendendo aquela vela com fé, agradecendo aos guias e orixás por cada proteção recebida em abril.


Como nós também somos templos vivos, o cuidado pessoal é o que sela essa mudança de ciclo. No dia 30, permita-se um banho de ervas de descarrego, como a arruda e o guiné, para lavar o espírito do cansaço acumulado. Já no primeiro dia de maio, mude a vibração: um banho de louro com canela atrai a prosperidade e a energia de realização que desejamos. Se quiser um toque de magia popular para os caminhos, coloque uma chave em um copo com água e açúcar, pedindo por portas abertas e novas oportunidades. Sob a força de Ogum e a proteção de Oxum e dos ancestrais, entregamos nossas intenções e seguimos com o coração limpo, prontos para receber maio com toda a esperança renovada. Que o novo mês seja de caminhos abertos e boa conquistas!!! 



 

Na reunião de 31 de outubro de 1939, no Grupo Espírita “Luis Gonzaga”, de Pedro Leopoldo, um amigo do plano espiritual lembrou aos seus componentes a discussão de temas doutrinários, por meio de perguntas nossas à entidade de Emmanuel, a fim de ampliar-se à esfera dos nossos conhecimentos.


Consultado sobre o assunto, o Espírito Emmanuel estabeleceu um programa de trabalhos a ser executado pelo nosso esforço, que foi iniciado pelas duas questões seguintes:


– Apresentando o Espiritismo, na sua feição de Consolador prometido pelo Cristo, três aspectos diferentes: científico, filosófico e religioso, qual desses aspectos é o maior? 


Resposta: - Podemos tomar o Espiritismo, simbolizado desse modo, como um triângulo de forças espirituais. A Ciência e a Filosofia vinculam à Terra essa figura simbólica, porém, a Religião é o ângulo divino que a liga ao céu.



No seu aspecto científico e filosófico, a doutrina será sempre um campo nobre de investigações humanas, como outros movimentos coletivos, de natureza intelectual, que visam o aperfeiçoamento da Humanidade.


No aspecto religioso, todavia, repousa a sua grandeza divina, por constituir a restauração do Evangelho de Jesus Cristo, estabelecendo a renovação definitiva do homem, para a grandeza do seu imenso futuro espiritual.


– A fim de intensificar os nossos conhecimentos, relativamente ao tríplice aspecto do Espiritismo, poderemos continuar com as nossas indagações? 


Resposta: - Podemos perguntar, sem que possamos nutrir a pretensão de vos responder com as soluções definitivas, embora cooperemos convosco com a maior boa vontade.


Aliás, é pelo amparo recíproco que alcançaremos as expressões mais altas dos valores intelectivos e sentimentais. Além do túmulo, o Espírito desencarnado não encontra os milagres da sabedoria, e as novas realidades do plano imortalista transcendem aos quadros do conhecimento contemporâneo, conservando -se numa esfera quase inacessível às cogitações humana, em face da ausência de comparações analógicas, único meio de impressão na tábua de valores restritos da mente humana.


Além do mais, ainda nos encontramos num plano evolutivo, sem que possamos trazer ao vosso círculo de aprendizado as últimas equações, nesse ou naquele setor de investigação e de análise. É por essa razão que somente poderemos cooperar convosco sem a presunção da palavra derradeira.


Considerada a nossa contribuição nesse conceito indispensável de relatividade, buscaremos concorrer com a nossa modesta parcela de experiência, sem nos determos no exame técnico  das questões científicas, ou  no objeto das polêmicas da Filosofia e das religiões, sobejamente movimentados nos bastidores da opinião, para considerarmos tão somente a luz espiritual que se irradia de todas as coisas e o ascendente místico de todas as atividades do espírito humano dentro de sua abençoada escola terrestre, sob a proteção misericordiosa de Deus. 


Considerações: As questões apresentadas foram as mais diversas e numerosas.


Todos os componentes do Grupo, bem como outros amigos espiritistas de diferentes pontos, cooperaram no acervo das perguntas, ora manifestando as suas necessidades de esclarecimento íntimo, no estudo do Evangelho, ora interessados em assuntos novos que as respostas de Emmanuel suscitavam.


Em seguida, o autor espiritual selecionou as questões, deu-lhes uma ordem, catalogou-as em cada assunto particularizado, e eis aí o novo livro.


Que as palavras sábias e consoladoras de Emmanuel proporcionem a todos os companheiros de doutrina o mesmo bem espiritual que nos fizeram, são os votos dos modestos trabalhadores do Grupo Espírita “Luis Gonzaga”, de Pedro Leopoldo, Minas Gerais.


Pedro Leopoldo, 8 de março de 1940.


Livro: O Consolador

Pelo Espírito: Emmanuel

Médium: Chico Xavier


Núcleo Espírita Maria Mãe de Jesus


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