- 16 de abr.

Mayrion Álvares da Silva
Estoquista
Instagram: @folhadebrumado
Minha audição vive sangrando
De tanto ouvir asneira.
Assalariados fazendo milagres
Mas, treze mil reais não compram uma feira.
O povo sofrendo no país das filas
Em uma imagem totalmente corriqueira.
Enquanto muitos não sabem do dia seguinte,
Outros? Treze mil reais não compram uma feira.
Essa fala atravessou nossas fronteiras
E nas redes sociais virou zoeira.
Como um salário mínimo é suficiente
Se treze mil reais não compram uma feira?
"Todo poder emana do povo"
Como seus interesses são razão primeira.
Se esse povo não é bem representado,
É porque treze mil reais não compram uma feira.
O povo brasileiro não se cansa
De todos os anos levarem rasteira.
Se aqui os vereadores não fazem nada,
É porque treze mil reais não compram uma feira.
O que seria dos espertos desse país
Se não fossem os bestas de carteira.
Enquanto muitos vivem de assistencialismo,
Eles? Treze mil reais não compram uma feira.
A contradição dessa fala infeliz
Está em suas promessas como bandeira.
Distribuir cestas básicas para o povo
Enquanto, treze mil reais não compram uma feira.
Devo confessar a todos vocês
Que de início fosse uma brincadeira.
Mas como eles brincam com a cara do povo,
O que é treze mil reais para uma feira?
Nós sempre pagamos os salários dos políticos
Muito mais do que eles mereciam.
Se treze mil reais não compram uma feira,
Com esse valor quantos votos vocês comprariam?
Eu sei que reflexão não é o forte de vocês
Por mais que vivem muito tempo em uma cadeira.
Se vocês fossem um simples assalariado,
Qual seria o valor da sua feira?
Enquanto discutem valores de compra
De uma forma vulgar e até mesmo grosseira,
Os valores morais se perdem no ar
Diante do absurdo do valor de uma feira.







Por: VANÚBIA SANTOS – Administradora, Coach, Especialista em Desenvolvimento Humano Organizacional, Diretora Administrativa da CC&DHO – Consultoria Contábil & Desenvolvimento Humano Organizacional.
INTRODUÇÃO
A ética nas organizações deixou de ser apenas um diferencial competitivo para se tornar uma exigência essencial no ambiente corporativo contemporâneo. Em um cenário marcado por alta competitividade, transformação digital e maior conscientização social, empresas éticas constroem reputação sólida, fortalecem relações e garantem sustentabilidade a longo prazo.
A ética vai além do cumprimento de normas: ela representa um compromisso diário com a integridade, transparência e valorização das pessoas.
O QUE É ÉTICA ORGANIZACIONAL?
A ética organizacional refere-se ao conjunto de princípios, valores e normas que orientam o comportamento de uma empresa e de seus colaboradores. Ela está presente nas decisões estratégicas, nas relações internas e externas, e na forma como a organização se posiciona diante da sociedade.
Ser ético não significa apenas “fazer o certo”, mas agir com responsabilidade, justiça e coerência, mesmo diante de desafios e pressões.
A IMPORTÂNCIA DA ÉTICA NAS ORGANIZAÇÕES
1. Fortalecimento da Cultura Organizacional
Uma empresa ética constrói uma cultura sólida baseada na confiança, respeito e responsabilidade. Isso contribui para um ambiente de trabalho saudável, produtivo e colaborativo.
2. Credibilidade e Reputação
Organizações que adotam práticas éticas conquistam a confiança de clientes, parceiros e investidores. A reputação positiva é um dos ativos mais valiosos de uma empresa.
3. Redução de Riscos
A ética atua como um mecanismo de prevenção contra fraudes, conflitos de interesse e práticas ilegais, reduzindo riscos financeiros e jurídicos.
4. Engajamento e Valorização das Pessoas
Colaboradores que percebem justiça e transparência no ambiente de trabalho tendem a ser mais engajados, motivados e comprometidos com os resultados.
ÉTICA E LIDERANÇA
A liderança exerce papel fundamental na construção de uma cultura ética. Líderes são exemplos e influenciam diretamente o comportamento das equipes. Quando atuam com integridade, coerência e respeito, fortalecem a confiança e inspiram atitudes éticas em toda a organização.
Liderar com ética é também desenvolver pessoas, promover o diálogo e tomar decisões alinhadas aos valores organizacionais.
ÉTICA NA PRÁTICA: COMO IMPLEMENTAR
Para que a ética seja efetiva, é necessário ir além do discurso. Algumas práticas essenciais incluem:
Definição clara de missão, visão e valores
Criação de um código de ética e conduta
Treinamentos contínuos sobre comportamento ético
Comunicação transparente
Canais de denúncia seguros e confiáveis
Liderança alinhada aos princípios organizacionais
Acreditamos que organizações sustentáveis são aquelas que equilibram resultados financeiros com responsabilidade social e valorização das pessoas.
CONCLUSÃO
A ética nas organizações não é apenas uma obrigação, mas um investimento no futuro. Empresas que adotam práticas éticas constroem relações duradouras, fortalecem sua imagem e garantem crescimento sustentável.
Ter compromisso com a ética como base para o desenvolvimento empresarial e humano, contribuindo para organizações mais justas, responsáveis e bem-sucedidas.







Gabriela Matias, jornalista, redatora e assessora de imprensa, graduada pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB). INSTAGRAM: @gabrielamatiascomunica https://www.instagram.com/gabrielamatiascomunica/
A Lei nº 15.371/2026 trouxe uma mudança relevante no cenário trabalhista e previdenciário ao ampliar a licença-paternidade e instituir o chamado salário-paternidade. A nova legislação busca fortalecer a participação do pai nos primeiros dias de vida do filho e garantir maior proteção ao trabalhador durante esse período

Foto: Reprodução/Agência Brasil
A medida também reforça uma tendência do Direito brasileiro de reconhecer a importância do cuidado compartilhado dentro da família. Ao incluir o benefício no sistema previdenciário, a lei amplia a segurança jurídica e reduz incertezas nas relações de trabalho.
Como funciona a nova licença-paternidade e o salário-paternidade
A licença-paternidade é o direito do trabalhador de se afastar do trabalho após o nascimento do filho sem prejuízo da remuneração. Tradicionalmente, esse período era limitado a poucos dias, o que muitas vezes não permitia uma participação ativa nos cuidados iniciais da criança.
Com a nova legislação, o prazo passa a ser ampliado de forma progressiva, podendo chegar a até 20 dias. Essa mudança reconhece que os primeiros momentos após o nascimento são fundamentais para a formação do vínculo familiar.
Além disso, foi criado o salário-paternidade, um benefício previdenciário que garante a remuneração do trabalhador durante o afastamento. Na prática, ele aproxima esse direito de outros já consolidados, como o salário-maternidade, fortalecendo a proteção social e o equilíbrio entre vida profissional e familiar.
Por que a nova lei representa uma mudança no Direito do Trabalho
A nova lei não se limita à ampliação de dias de afastamento. Ela representa um avanço na forma como o ordenamento jurídico enxerga a parentalidade.
Ao prever a remuneração durante o período de licença e incluir o benefício no sistema previdenciário, o legislador buscou evitar prejuízos financeiros ao trabalhador e padronizar o direito em nível nacional. Isso reduz conflitos e aumenta a previsibilidade nas relações entre empregado e empregador.
Outro ponto relevante é o reconhecimento do papel ativo do pai no cuidado com o recém-nascido. A legislação passa a tratar a proteção à família como uma responsabilidade compartilhada, alinhando o Brasil a modelos internacionais mais modernos.
Qual o impacto da nova licença-paternidade na prática
A ampliação da licença-paternidade e a criação do salário-paternidade reforçam um ponto essencial no Direito do Trabalho e Previdenciário: a proteção à família deve ser efetiva e equilibrada entre os responsáveis.
O entendimento mostra que não se trata apenas de ampliar o período de afastamento, mas de garantir condições reais para que o pai participe dos primeiros cuidados com o filho, sem sofrer prejuízo financeiro.
De acordo com o advogado especialista Dr. João Valença, do VLV Advogados, “a ampliação da licença-paternidade e a criação do salário-paternidade representam um avanço importante na proteção social, pois reconhecem o papel do pai na formação do vínculo familiar e reduzem desigualdades nas responsabilidades parentais”.
Para o trabalhador, a mudança amplia direitos e possibilita maior presença no início da vida da criança. Já para o empregador, reforça a necessidade de adaptação às novas regras, promovendo relações de trabalho mais equilibradas e alinhadas com a legislação atual.
Esse cenário mostra que a licença-paternidade passa a ter um papel mais relevante no ordenamento jurídico brasileiro, exigindo análise técnica para compreender corretamente sua aplicação em cada caso concreto.
Com informações de publicações em diversos sites, com https://vlvadvogados.com/licenca-paternidade/ e site de notícias: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2026/lei/L15371.htm

























