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ANIMAIS E SEUS INSTINTOS


FERNANDO DEMUTTI

Formado em ciências jurídicas e sociais, Pós em Direitos humanos, Pós em Operações Especiais Policiais, Professor da Pós-Graduação em Cinotecnia Policial (Unochapeco)

Experiências Profissionais: Exército Brasileiro, Corpo de Bombeiros Militar, Salva Vidas Militar, Policial Penal


Quanto mais cultura adquirimos, agimos mais próximo do esperado pela sociedade e cada vez mais distante dos nossos instintos.


O que falar do Homem, dono de um intelecto insuperável, que leva aproximadamente 1 ano para começar a caminhar e que ao atingir esse objetivo é alvo de fotos e muita comemoração por parte de seus genitores.


Ou então, do ritual para dormir (lar, cama, colchão, travesseiro, cobertas, ambiente escuro, silêncio e as vezes, remédios calmantes).


Já os equinos, levam segundos para ficar de pé e alguns minutos para sair correndo com sua manada. Podemos falar também de sua capacidade de dormir em pé, em meio a campos verdejantes.


E o que falar dos cães, que possuem 300 milhões de receptores de odor e uma parte do cérebro, dedicado a esse fim, 40 vezes maior que o ser humano. Possibilitando inclusive farejar narcóticos, pessoas desaparecidas, armas e/ou doenças como o câncer.


Os animais não abandonam seus instintos, apenas agregam associações a suas tomadas de decisões. Já o homem, quanto mais conhecimento adquiri, parece que mais longe deles fica.


Em alguns casos, o ser dito racional, deixa de se reproduzir, abdica de alimentos de origem animal, mata por divergir de ideais religiosos ou mesmo por ganância.













 
 
 

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