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JOÃO ROMA DESTACA QUE PRIORIDADE DO PL É PAUTAR VOTAÇÃO DA ANISTIA NO CONGRESSO NACIONAL

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Foto: Max Haack 


O presidente do PL na Bahia e ex-ministro da Cidadania, João Roma, destacou, nesta quinta-feira (27) que o foco principal da sigla é pautar a votação da Anistia na Câmara dos Deputados e no Senado. Em entrevista à Rádio Antena 1, Roma salientou que o tema tornou-se o mais importante nos debates no Congresso após a efetivação da prisão, em regime fechado, do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O dirigente destacou que debates sobre sucessão ou formação de chapa para 2026 não são o assunto mais importante nesse momento. 

  

“Houve muitos nomes [que se apresentaram como nomes da direita]. Esse movimento ocorre já há algum tempo. Além de Tarcísio [de Freitas, do Republicanos] e Ratinho [Júnior, do PSD], existem movimentações de [Ronaldo] Caiado, [Romeu] Zema, nomes que vêm se colocando, mas efetivamente dentro do partido, durante essa semana, o foco não foi discutir sucessão. O foco foi discutir as ações que devem ser efetivadas, visando votação na Câmara e no Senado sobre o processo de anistia e mobilizações acerca desse impacto efetivado com a prisão do presidente Bolsonaro, que já estava preso na sua residência e agora foi conduzido para a Superintendência da Polícia Federal”, declarou Roma. 

  

“Quando ocorreu esta semana a consolidação dessa prisão, o assunto se tornou efetivamente número 1, e acho difícil desenvolver outros trabalhos no legislativo sem que haja uma resposta”, salientou João Roma. O dirigente destacou que se verifica que o ex-presidente Jair Bolsonaro tem sido a pessoa mais atacada dentro do espectro político brasileiro: “um grau de perseguição muito grande junto dele e de sua família, em um processo em que todos verificam um passionalismo alto com medidas perversas”.  

  

Roma pontuou que estes fatos descrevem um momento muito triste do ponto de vista institucional no Brasil, com ambiente de flagrante insegurança jurídica. “Esse debate [sobre a anistia] tem sido de fato acalorado e, naturalmente, com os episódios últimos que foram a condenação no Supremo Tribunal Federal e a efetivação da prisão, isso amplia essa temperatura aqui em Brasília. Há muitas reuniões, movimentações. O que ocorre em plenário a população toda verifica e, de fato, já houve momento em que esteve mais perto essa votação, momento em que esteve mais distante, mas agora há um grau de tensão maior”, descreveu. 


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