MORADORES DE RUA
- jjuncal10
- 10 de abr. de 2024
- 2 min de leitura

MARCELO BRASILEIRO - CIDADÃO
Militar da reserva das forças armadas - Advogado com especialização em direito Marítimo, Direito Ambiental
Pós graduado pela Escola da Magistratura do Estado do Espírito Santo
A realidade em cidades como Curitiba onde uma empresa ofereceu 400 (quatrocentas) vagas exclusivamente para moradores de rua, com alojamento e alimentação por 30 (trinta) dias até que pudessem receber o primeiro salário.
Uma organização de bem-estar social ficou encarregada da oferta e distribuição das oportunidades.
Nem 10% (dez por cento) das vagas foram preenchidas.
Ou seja, a experiência em Curitiba demonstrou que, dos chamados "moradores de rua", a maioria (noventa por cento) não vive nas ruas por necessidade, mas sim por opção.
Opção por não trabalhar, não ter de pagar contas, impostos e até pelas roupas e comida.
Roupas e comida que não lhes falta, eis que sempre haverá uma entidade pública (secretaria de governo), igrejas, fundação ou entidade assistencialista encarregada (e disposta) a entregar roupas, remédios e alimentos à toda essa gente.
Assim fica fácil, não é mesmo?
O indivíduo vive às custas da Sociedade, em nada contribui ou NADA acrescenta e ainda serve como "trampolim eleitoral" para ativistas da Esquerda.
Não raro nos deparamos com figuras públicas - como do naipe de muitos que estão surgindo agora como pré-candidatos a prefeito para as próximas eleições municipais, e que fazem campanha utilizando (também) esses moradores das ruas como "plataforma de campanha".
Na cidade de São Paulo, por exemplo, não é difícil identificar candidatos que se utilizam desse nefasto e ignóbil expediente.
Nem preciso citar os nomes.
Todos sabem quem são.
Aí mesmo na sua cidade.
Difícil mesmo é saber o nome e o CPF de cada morador de rua.













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