POSITIVE DAY, LEITORES E COMPARTILHADORES (CONTINUAÇÃO 25)
- jjuncal10
- 6 de set. de 2025
- 3 min de leitura
Atualizado: 12 de set. de 2025

ALESSANDRA CAMARA - Bachelor of Science in Psychology - Graduated: May 2016 Missouri State University – Springfield, MO
Associates of Arts - Associates of Independent Studies Graduated: May 2014
Ozark Technical Community College - Springfield, MO
Professional Coach Certification - Professional Executive Coach Certification - Professional Master Coach Certification
Vocês estão aqui para a continuação de uma leitura simples, curta e repleta de momentos incríveis. Minha humilde sugestão é que leiam devagar. Assim, seu coração ficará em paz para aprender algo que talvez seja novo e impactante para muitos ou, quem sabe, apenas um complemento do que já o vivem.
O livro que estou compartilhando com vocês chama-se Um Novo Mundo: O Despertar de uma Nova Consciência, escrito por Eckhart Tolle. Acredito que cada capítulo deste livro tem um propósito único para as vidas aqui presentes, neste momento.
Sintam-se leves como se estivessem nas nuvens e vamos juntos continuar nos alimentandos com o que entendemos hoje ser o maior poder da nossa existência: a consciência.
Livro: Um Novo Mundo de Eckhart Tolle
Páginas 160 a 162
“A LIBERTAÇÃO DO CORPO DE DOR”
Uma pergunta que as pessoas costumam fazer é: “De quanto tempo precisamos para nos libertar do corpo de dor?” Evidentemente, isso depende tanto da densidade do corpo de dor quanto do grau ou da intensidade da presença manifestada de cada um de nós. No entanto, não é o corpo de dor, e sim a identificação com ele que causa o sofrimento que infringimos a nós mesmos e aos outros. É essa identificação que nos leva a reviver o passado vezes sem conta e nos mantém no estado de inconsciência. Assim, uma pergunta mais importante a fazer seria esta: “De quanto tempo necessitamos para nos libertar da identificação com o corpo de dor?”
A resposta a essa pergunta é: não demora tempo nenhum. Sempre que o corpo de dor estiver em atividade, temos que estar cientes de que o que estamos sentindo é o corpo de dor em nós. Esse conhecimento é tudo de que precisamos para interromper a identificação com ele.
E, quando essa identificação cessa, a transmutação tem início.
O conhecimento impede que as emoções antigas surjam na nossa cabeça e controlem não só o diálogo interior como também nossas ações e interações com as pessoas.
Assim, o corpo de dor não conseguirá mais nos usar e se renovar por nosso intermédio. As antigas emoções podem ainda viver em nós por algum tempo e aparecer de vez em quando.
Talvez também nos enganem ocasionalmente, fazendo com que nos identifiquemos com elas de novo e, desse modo, obscureçam o conhecimento, porém não por muito tempo.
Não projetarmos as antigas emoções nas situações significa que devemos encará-las diretamente dentro de nós.
Pode não ser agradável, mas isso não chega a nos matar.
Nossa presença é mais do que capaz de contê-las.
As emoções não são quem nós somos.
Portanto, quando sentir o corpo de dor, não cometa o equivocado de pensar que existe algo errado com você.
O ego adora quando você faz de si mesmo um problema.
O conhecimento precisa ser seguido pela aceitação.
Qualquer outra coisa irá obscurecê-lo novamente.
Aceitação significa que você se permite sentir qualquer coisa naquele momento.
Isso é parte da essência do Agora.
Você não pode discutir com o que é.
Bem, você pode. No entanto, se fizer isso, sofrerá.
Por meio da aceitação, você se torna o que você é: vasto, pleno de espaço.
Transformar-se no todo.
Não é mais um fragmento, que é como o ego vê a si mesmo.
Sua natureza verdadeira emerge, e ela está unificada com a natureza de Deus.
Jesus indica isso nesta passagem: “Portanto, sede um todo, assim como vosso Pai Celeste é um todo.”
No Novo Testamento temos, porém, “sede perfeitos”, o que é um erro de tradução da palavra grego original, que significa “todo”. Ou seja, não precisamos nos tornar um todo, mas sermos o que já somos - com ou sem o corpo de dor.”










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