SUCINTA ANÁLISE SOBRE O FIM DADO A UM TRAIDOR DA PÁTRIA

POR: MARCELO BRASILEIRO - CIDADÃO
Militar da reserva das forças armadas - Advogado com especialização em direito Marítimo, Direito Ambiental
Pós graduado pela Escola da Magistratura do Estado do Espírito Santo
Carlos Lamarca foi um Capitão do Exército brasileiro, nascido em 27 de outubro de 1937 na cidade do Rio de Janeiro e morto aos trinta e três anos em 17 de setembro de 1971, em Ibipetum, Bahia, durante uma operação das forças de segurança que estavam no seu encalço após Lamarca ter desertado e fugido em uma Kombi, do quartel onde estava lotado e carregando consigo sessenta e três fuzis automáticos (FAL), três metralhadoras e muita munição.

Tudo para ser posto à disposição de grupos terroristas como a VAR Palmares e MR-8.
Organizações terroristas que incluíram em seus quadros gente como a terrorista e assaltante de bancos, Dilma Vana Rousseff
Primeiramente, cabe esclarecer que Carlos Lamarca traiu seu juramento perante à Bandeira do Brasil e traiu o Exército brasileiro quando desertou e furtou armamento do quartel em Quitaúna, Osasco/SP.
Depois, estando já na clandestinidade, se tornou de fato um guerrilheiro e terrorista diretamente ligado a grupos de marginais que tinham entre suas práticas comuns assaltos, roubos, sequestros e atentados à bomba como o que matou o Soldado Mário Kozel.
Lamarca se propunha à guerra irregular no ambiente campesino , visando, com isso, a instauração da Ditadura do Proletariado - uma falácia bolchevique para subverter a ordem social sob a desculpa de estar colocando o poder nas mãos do povo e, caso o Brasil tivesse sido tornado um pais comunista em plena Guerra Fria, durante à década de 1970, nosso território teria sido repartido em um sem número de republiquetas socialistas.
Certamente , toda a vastidão amazônica transformada em uma "Sibéria verde" para onde os opositores, os "dissidentes" e os "traidores da revolução tupiniquim" teriam sido enviados de forma sistemática para campos de trabalhos forçados e execução.
Afinal, esses eram os métodos empregados pelos governos socialistas nos anos que seguiram-se à Revolução Bolchevique de 1917; ou seja, ou você se conforma à tal ditadura do proletariado ou então deve ser (e será eliminado).
Transformar o Brasil em uma "Grande Cuba" e satélite da URSS na América do Sul; essa a proposta e todo o esforço empreendido pelo Capitão traidor Carlos Lamarca.
Lamarca se transformou, por sua livre e exclusiva opção, em um inimigo público.
Um vírus!
E Lamarca não foi assassinado como pretende fazer crer a esquerda brasileira que demonstra um indisfarçável apreço por grupos criminosos que se valem da sistematização do terror como método na consecução dos seus objetivos comuns e, nesse contexto, não se permite diferenciar a forma como a esquerda brasileira ainda hoje vê suas antigas súcias como a VAR Palmares, o MR-8, a VPR (entre outras) e os atuais PCC e CV.
O que há de comum em todos eles?
O terrorismo como método.
E Carlos Lamarca como um terrorista não foi assassinado.
Ele foi abatido em meio à uma campanha das forças de segurança pública que tinham a missão de captura-lo ou abate-lo.
E isso foi feito com absoluto sucesso.











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