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ÓDIO E NADA MAIS


POR: MARCELO BRASILEIRO - CIDADÃO

Militar da reserva das forças armadas - Advogado com especialização em direito Marítimo, Direito Ambiental

Pós graduado pela Escola da Magistratura do Estado do Espírito Santo

POR: MARCELO BRASILEIRO - CIDADÃO

Militar da reserva das forças armadas - Advogado com especialização em direito Marítimo, Direito Ambiental

Pós graduado pela Escola da Magistratura do Estado do Espírito Santo


Sobre a tragédia de Itumbiara onde um pai tira a própria vida após atirar nos dois filhos em razão da descoberta da infidelidade da esposa.


Acontece que de tragédia em tragédia a humanidade vai escrevendo sua desumana história e nisso reside a firmeza de um cruel paradoxo. 


Todavia, como membro de uma sociedade que busca se pautar sobre valores e princípios que à permitam certa parcela de segurança e estabilidade, me proponho a um alerta sobre a importância das instituições - seculares ou não, às quais e pela importância do seu múnus não podemos prescindir.


Instituições - como as igrejas, por exemplo, têm um grande papel a desempenhar no sentido de colocar em pauta certas questões, discuti-las e tratá-las sob o enfoque da espiritualidade e dos ensinamentos contidos nos evangelhos. 


A proposta dos evangelhos se funda no amor e onde existe amor não sobra espaço ao ódio, ao desespero e à qualquer forma de opressão, humilhação e à vingança. 


O amor tudo abarca, tudo cura e previne.


O amor redime.


O amor nos salva! 


A responsabilidade que recai sobre os ombros dos sacerdotes é muito grande.


Ela não se resume a pregar os ensinamentos contidos nos textos sagrados, preservar liturgias e ditar lições de moralidade. Ela vai além. 


A responsabilidade do sacerdote - seja ele um padre ou pastor, também consiste em fortalecer cada ovelha do rebanho, de modo a não permitir que tropeços venham a ocorrer. 


É blindar cada ovelha com amor!


Amor próprio, inclusive. 


A responsabilidade de um sacerdote também repousa no blindar com amor os corações das ovelhas daqueles tropeços nos quais, se ocorridos, nunca mais irão permitir o levantar e o prosseguir da marcha.


Livrai-nos Deus dos tropeços eternos e tende à misericórdia daqueles que caídos assim se encontram. 






 
 
 

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