- há 23 horas

POR: MARCELO BRASILEIRO - CIDADÃO
Militar da reserva das forças armadas - Advogado com especialização em direito Marítimo, Direito Ambiental
Pós graduado pela Escola da Magistratura do Estado do Espírito Santo
A grande lição aprendida de um juiz sem concurso (foi reprovado em todos!), que não possui uma pós-graduação, que não tem Mestrado, não tem Doutorado, que nunca deu aulas (de Direito) e que roubava autos de processo enquanto era "advogado" do PT:

NÃO EXISTE CRIME PERFEITO!
Uma residência modesta em um bairro residencial de Marília, no interior paulista, aparece nos registros oficiais como endereço de uma empresa ligada à negociação de um resort de luxo no Paraná envolvendo familiares do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli.
No local, porém, a moradora afirma nunca ter tido conhecimento de que sua casa figurava como sede empresarial — nem de qualquer vínculo do marido com o empreendimento.
A casa, de cerca de 130 metros quadrados, está localizada no Jardim Universitário e pertence a Cássia Pires Toffoli, esposa de José Eugênio Dias Toffoli, irmão do ministro.
Segundo documentos da Junta Comercial de São Paulo, o imóvel consta como endereço da Maridt Participações, companhia que já deteve participação relevante no resort Tayayá, complexo turístico de alto padrão no interior do Paraná. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo...
Tai...
Não existe mesmo o tal crime perfeito!






- há 1 dia

Por CARLOS AROUCK
FORMADO EM DIREITO E ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS
Em um mundo cada vez mais polarizado, a ordem mundial liberal, construída sobre os pilares do globalismo e do multilateralismo, está se desfazendo. O que antes foi apresentado como um sistema infalível de cooperação internacional, agora revela suas fragilidades, abrindo espaço para uma nova era, na qual as nações soberanas reassumem o controle de seus próprios destinos.
Essa transformação não é um acidente histórico, mas o resultado previsível dos excessos liberais, que provocaram uma reação nacionalista vigorosa. Os interesses nacionais são priorizados em detrimento de agendas impostas por burocracias distantes e não eleitas. Tudo o que se observa atualmente aponta para o enfraquecimento do multilateralismo dominado por organismos como a ONU, a União Europeia e a Organização Mundial da Saúde, entidades amplamente criticadas pela falta de responsabilidade democrática e por servirem a elites globalistas em detrimento dos povos.
A ordem internacional liberal, consolidada após a Guerra Fria, já nasceu com bases frágeis. Seus defensores prometiam prosperidade universal por meio de instituições supranacionais, mas o que se viu foi a erosão da soberania nacional e a imposição de decisões por burocratas não eleitos, frequentemente alheios às realidades locais. Entre 2025 e 2026, essa estrutura entrou em colapso acelerado, impulsionada por crises de legitimidade no Ocidente e pela ascensão do chamado Resto do Mundo, nações emergentes que rejeitam o modelo ocidental em declínio.
Analistas conservadores argumentam que os excessos do liberalismo internacional, como a imposição de agendas progressistas e o descaso com o controle de fronteiras, geraram uma reação nacionalista inevitável.
No centro dessa inflexão está a administração Trump nos Estados Unidos, que, em janeiro de 2026, anunciou a retirada do país de dezenas de organizações internacionais, incluindo 31 organismos ligados à ONU, por considerá-los contrários aos interesses americanos. A decisão, formalizada por meio de ordem executiva, classificou essas entidades como redundantes, mal geridas, desnecessárias, dispendiosas e capturadas por interesses estrangeiros.
Para o soberanismo, trata-se de uma vitória evidente. Por que os Estados Unidos, ou qualquer outra nação, deveriam financiar burocracias que promovem agendas como o controle climático global ou intervenções sanitárias impostas, sem consulta aos eleitores? A própria ONU enfrenta crescente resistência política em zonas de conflito, com disputas entre potências paralisando o Conselho de Segurança. Governos de direita veem nesse cenário uma oportunidade clara de enfraquecer estruturas que limitam a autonomia nacional.
Na Europa, a União Europeia, outro pilar do multilateralismo tecnocrático, enfrenta instabilidade diante do avanço de governos nacionalistas. Países como Hungria e Itália desafiam abertamente a autoridade de Bruxelas, priorizando fronteiras seguras e economias nacionais em vez de diretrizes centralizadas. Relatórios recentes indicam que o declínio do Ocidente acelera esse processo, enquanto o Resto, incluindo China, Índia e Brasil, contribui para a formação de uma nova ordem multipolar, mais caótica, porém menos sujeita a imposições liberais.
No Brasil, movimentos conservadores ecoam essa visão ao defender uma política externa alinhada aos interesses nacionais, e não a agendas globalistas promovidas por organismos como a ONU ou a Organização Mundial da Saúde, que durante a pandemia foram acusadas de colocar a burocracia acima das liberdades individuais.
Com o enfraquecimento do modelo imposto por tantos anos, emerge a era das nações, na qual soberania e identidade cultural retornam ao centro do debate. Essa transição não representa o caos anunciado pelos liberais, mas uma correção necessária. Em 2026, ganha força a narrativa de que o liberalismo internacional falhou ao ignorar as aspirações dos povos, gerando uma profunda crise de legitimidade.
Governos de direita ao redor do mundo, do Brasil aos Estados Unidos, adotam o nacionalismo como resposta: fronteiras fortalecidas, comércio bilateral em lugar de tratados multilaterais amplos e rejeição a organismos que ditam políticas sem respaldo eleitoral.
Críticos conservadores frequentemente citam a Organização Mundial da Saúde como exemplo emblemático dessas falhas: uma entidade não eleita que impõe diretrizes globais, muitas vezes alinhadas a interesses de grandes farmacêuticas e de potências como a China, em detrimento da autonomia das nações. A retirada do financiamento americano desses organismos, anunciada recentemente, não enfraquece o mundo; ao contrário, fortalece os países ao libertá-los de amarras desnecessárias.
A própria União Europeia ilustra esse processo. Sua burocracia centralizada levou ao Brexit, quando o Reino Unido deixou de seguir automaticamente as leis da União Europa e agora inspira movimentos semelhantes em outros países, evidenciando que os povos preferem o autogoverno aos ditames de elites distantes.
Estudos acadêmicos reforçam essa interpretação ao apontar que a ordem liberal do período posterior à Guerra Fria estava destinada ao fracasso devido às suas bases instáveis. Seu colapso abre espaço para um sistema internacional no qual as nações competem e cooperam em termos mais equilibrados, sem submissão a estruturas supranacionais. No Brasil, essa visão dialoga com o legado de líderes como Jair Bolsonaro, que priorizavam alianças bilaterais, especialmente com os Estados Unidos, em detrimento de fóruns multilaterais, defendendo valores conservadores frente ao globalismo.
Os tempos estão mudando, e para melhor. O desmonte da ordem liberal não representa o fim do mundo, mas o início de uma era em que nações soberanas determinam seu próprio futuro, livres de organismos não eleitos a serviço de agendas elitistas. Como reconhece a própria Foreign Affairs, o liberalismo internacional selou seu destino ao priorizar ideais utópicos em detrimento das realidades nacionais.
Para os conservadores, trata-se de uma oportunidade histórica: reconstruir a ordem internacional com base na soberania, na tradição e nos interesses reais dos povos. O multilateralismo burocrático se encerra; a era das nações começa. O Brasil, com sua riqueza cultural e potencial econômico, está bem posicionado para prosperar nesse novo cenário, alinhando-se a parceiros que valorizam a liberdade nacional.
A retirada promovida pelo presidente Trump simboliza essa mudança de paradigma. A era de cheques em branco para burocracias internacionais chegou ao fim. Estamos rejeitando um modelo ultrapassado que trata o contribuinte americano, e por extensão outros povos, como financiador permanente de uma arquitetura de governança global ineficiente.






- há 2 dias

“Porque a terra que embebe a chuva, que cai muitas vezes sobre ela, e produz erva proveitosa para aqueles por quem é lavrada, recebe a bênção de Deus.” — Paulo. (HEBREUS, capítulo 6, versículo 7.)
Os discípulos do Cristo encontrarão sempre grandes lições, em contacto com o livro da Natureza.
O convertido de Damasco refere-se aqui à terra proveitosa que produz abundantemente, embebendo-se da chuva que cai, incessante, na sua superfície, representando o vaso predileto de recepção das bênçãos de Deus.
Transportemos o símbolo ao país dos corações. Somente aqueles espíritos, atentos aos benefícios espirituais, que chovem diariamente do céu, são suscetíveis de produzir as utilidades do serviço divino, guardando as bênçãos do Senhor.
Não que o Pai estabeleça prerrogativas injustificáveis. Sua proteção misericordiosa estende-se a todos, indistintamente, mas nem todos a recebem, isto é, inúmeras criaturas se fecham no egoísmo e na vaidade, envolvendo o coração em sombras densas.
Deus dá em todo tempo, mas nem sempre os filhos recebem, de pronto, as dádivas paternais. Apenas os corações que se abrem à luz espiritual, que se deixam embeber pelo orvalho divino, correspondem ao ideal do Lavrador Celeste.
O Altíssimo é o Senhor do Universo, sumo dispensador de bênçãos a todas as criaturas. No planeta terreno, Jesus é o Sublime Cultivador. O coração humano é a terra.
Cumpre-nos, portanto, compreender que não se lavra o solo sem retificá-lo ou sem feri-lo e que somente a terra tratada produzirá erva proveitosa, alimentando e beneficiando na Casa de Deus, atendendo, destarte, a esperança do horticultor.
Do livro: Caminho, verdade e vida
Chico Xavier / Emmanuel

























