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  • há 3 horas

Quando Jesus ressurgiu do túmulo, a negação e a dúvida imperavam no círculo dos companheiros.

 

Voltaria Ele? perguntavam, perplexos. Quase impossível. Seria Senhor da Vida Eterna quem se entregara na cruz, expirando entre malfeitores?

 

Maria Madalena, porém, a renovada, vai ao sepulcro de manhãzinha. E, maravilhosamente surpreendida, vê o Mestre, ajoelhando-se lhe aos pés. Ouve-lhe a voz repassada de ternura, fixa-lhe o olhar sereno e magnânimo. Entretanto, para que a visão se lhe fizesse mais nítida, foi necessário organizar o quadro exterior. O jardim reacendia perfumes para a sua sensibilidade feminina, a sepultura estava aberta, compelindo-a a, raciocinar. Para que a gravação das imagens se tornasse bem clara, levando-lhe todas as dúvidas da imaginação, Maria julgou a princípio que via o jardineiro. Antes da certeza, a perquirição da mente precedendo a consolidação da fé. Embriagada de júbilo, a convertida de Magdala transmite a

boa-nova aos discípulos confundidos. Os olhos sombrios de quase todos se enchem de novo brilho.

 

Outras mulheres, como Joana de Khouza e Maria, mãe de Tiago, dirigem-se, ansiosas, para, o mesmo local, conduzindo perfumes e preces gratula tórias. Não enxergam o Messias, mas entidades resplandecentes lhes falam do Mestre que partiu.

 

Pedro e João acorrem, pressurosos, e ainda veem a pedra removida, o sepulcro vazio e apalpam os lençóis abandonados.

 

No colégio dos seguidores, travam-se polêmicas discretas.

 

Seria? não seria?

 

Contudo, Jesus, o Amigo Fiel, mostra-se aos aprendizes no caminho de Emaús, que lhe reconhecem a presença ao partir do pão e, depois, aparece aos onze cooperadores, num salão de Jerusalém. As portas permanecem fechadas e, no entanto, o Senhor demora-se, junto deles, plenamente materializado. Os discípulos estão deslumbrados, mas o olhar do Messias é melancólico. Diz-nos João Marcos que o Mestre lançou lhes em rosto a incredulidade e a dureza de coração. Exorta-os a que o vejam, que o apalpem. Tomé chega a consultar-lhe as chagas para adquirir a certeza do que observa. O Celeste Mensageiro faz-se ouvir para todos. E, mais tarde, para que se convençam os companheiros de sua presença e da continuidade de seu amor, segue-os, em espírito, no labor da pesca. Simão Pedro registra-lhe carinhosas recomendações, ao lançar as redes, e encontra-o nas preces solitárias da noite.

 

Em seguida, para que os velhos amigos se certifiquem da ressurreição, materializa-se num monte, aparecendo a quinhentas pessoas da Galileia.

 

No Pentecostes, a fim de que os homens lhe recebam o Evangelho do Reino, organiza fenômenos luminosos e lingüísticos, valendo-se da colaboração dos companheiros, ante judeus e romanos, partos e medas, gregos e elamitas, cretenses e árabes. Maravilha-se o povo. Habitantes da Panfília e da Líbia, do Egito e da Capadócia ouvem a Boa-Nova no idioma que lhes é familiar.

 

Decorrido algum tempo, Jesus resolve modificar o ambiente farisaico e busca Saulo de Tarso para o seu ministério; entretanto, para isso, é compelido a materializar-se no caminho de Damasco, à plena luz do dia. O perseguidor implacável, para convencer-se, precisa experimentar a cegueira temporária, após a claridade sublime; e para que Ananias, o servo leal, dissipe o temor e vá socorrer o ex-verdugo, é imprescindível que Jesus o visite, em pessoa, lembrando-lhe o obséquio fraternal. 

 

Todos os companheiros, aprendizes, seguidores e beneficiários solicitaram a cooperação dos sentidos físicos para sentir a presença do Divino Ressuscitado. Utilizaram-se dos olhos mortais, manejaram o tato, aguçaram os olvidos...

 

Houve, contudo, alguém que dispensou todos os toques e associações mentais, vozes e visões. Foi Maria, sua Divina Mãe. O Filho Bem-Amado vivia eternamente, no infinito mundo de seu coração. Seu olhar contemplava-o, através de todas as estrelas do Céu e encontrava-lhe o hálito perfumado em todas as flores da Terra. A voz d’Êle vibrava em sua alma e para compreender lhe a sobrevivência bastava penetrar o iluminado santuário de si mesma, Seu Filho – seu amor e sua vida – poderia, acaso, morrer? E embora a saudade angustiosa, consagrou-se à fé no reencontro espiritual, no plano divino, sem lágrimas, sem sombras e sem morte!...

 

Homens e mulheres do mundo, que haveis de afrontar, um dia, a esfinge do sepulcro, é possível que estejais esquecidos plenamente, no dia imediato ao de vossa partida, a caminho do Mais Além. Familiares e amigos, chamados ao imediatismo da luta humana, passarão a desconhecer-vos, talvez, por completo. Mas, se tiverdes um coração de mãe pulsando na Terra, regozijar-vos-eis, além da escura fronteira de cinzas, porque aí vivereis amados e felizes para, sempre!


DO LIVRO: LÁZARO REDIVIVO  



 
  • há 6 horas

Mayrion Álvares da Silva

Estoquista

Instagram: @folhadebrumado


Foi preciso perder o seu abraço

Para sentir o frio da solidão,

Foi preciso sentir a sua falta

Para entender como dói uma decepção.

 

Foi preciso vê-la indo embora

Para perceber o quanto eu errei,

Foi preciso dormir com o abandono

Para acordar com o vazio que causei.

 

Foi preciso conviver com o silêncio

Para suportar minhas horas de dor,

Foi preciso presenciar o seu recomeço

Para entender que menosprezei o amor.

 

Foi preciso engolir o meu orgulho

Para aliviar as angústias em meu peito,

Foi preciso perder um grande amor

Para descobrir o significado do respeito.

 

Foi preciso perdê-la para sempre

Para ser apresentado a maturidade,

Foi preciso sentir o gosto da derrota

Para entender o valor da felicidade.



 

Por: VANÚBIA SANTOS - Administradora, Coach, Especialista em Desenvolvimento Humano Organizacional, diretora Administrativa da CC&DHO – Consultoria Contábil & Desenvolvimento humano Organizacional.


   1. Introdução

  O sedentarismo tem se consolidado como um dos principais desafios de saúde pública e, consequentemente, um fator crítico dentro das organizações modernas. Em um cenário corporativo cada vez mais digital, onde atividades são predominantemente realizadas de forma estática, o comportamento sedentário impacta diretamente a produtividade, o engajamento e o bem-estar dos colaboradores.


 Mais do que uma questão individual, o sedentarismo é um problema organizacional que exige abordagem estratégica e cultural.


 2. O que caracteriza o sedentarismo no ambiente corporativo


 No contexto empresarial, o sedentarismo está associado a longos períodos de inatividade física, especialmente em funções que demandam permanência prolongada em frente a computadores, reuniões extensas ou rotinas operacionais repetitivas. 


 Importante destacar: Mesmo colaboradores que praticam atividades físicas fora do expediente podem apresentar comportamento sedentário se passam a maior parte do dia em posição estática.


  3. Impactos do sedentarismo para as organizações


  3.1 Impactos na saúde


Aumento de doenças crônicas (cardiovasculares, metabólicas)

   •   Maior incidência de dores musculoesqueléticas

   •    Comprometimento da saúde mental


 3.2 Impactos organizacionais


   •    Redução da produtividade

   •   Aumento do absenteísmo e presenteísmo

   •  Queda no engajamento e na motivação

   •   Elevação de custos com saúde corporativa


 O sedentarismo, portanto, não é apenas uma questão de saúde — é um fator que afeta diretamente os resultados da organização.


 Muitas organizações tratam o tema de forma pontual, com ações isoladas, como campanhas esporádicas ou eventos únicos.


 Essas iniciativas, embora positivas, não geram mudança sustentável.


 O combate ao sedentarismo exige continuidade, cultura e estratégia integrada.


 5. Estratégias eficazes para combater o sedentarismo nas organizações


    5.1 Promoção de uma cultura de movimento


 Incentivar o movimento deve fazer parte dos valores organizacionais.

   • Estimular pausas ativas durante o expediente

   • Incentivar deslocamentos internos a pé  

   • Promover reuniões mais dinâmicas (quando possível)


   5.2 Implementação de programas estruturados


  Criar programas contínuos de saúde e bem-estar:


  • Ginástica laboral

  • Programas de qualidade de vida

  • Desafios corporativos de atividade física

  • Parcerias com academias ou profissionais de saúde


  5.3 Adequação do ambiente de trabalho


  O ambiente influencia diretamente o comportamento.

  • Espaços que incentivem o movimento

  • Estações de trabalho ergonômicas

 • Possibilidade de alternância entre posições (sentado/em pé)

5.4 Liderança como agente de mudança A liderança tem papel fundamental na consolidação de hábitos saudáveis.


  • Líderes devem dar o exemplo

  • Incentivar pausas e equilíbrio

  Evitar cultura de excesso de horas ininterruptas


  5.5 Educação e conscientização


Promover conhecimento é essencial para mudança de comportamento.


  • Palestras e treinamentos

  • Campanhas internas

Conteúdos educativos sobre saúde e bem-estar


6. Como garantir a sustentabilidade das ações


6.1 Inserir no planejamento estratégico


  A saúde do colaborador deve ser tratada como investimento, não custo.

  Acompanhar resultados como:


Taxa de absenteísmo

Indicadores de saúde

  • Engajamento em programas


6.3 Estimular a responsabilidade individual


  A organização cria o ambiente, mas o colaborador também é protagonista do processo.


7. Benefícios para a organização


Empresas que atuam de forma estratégica no combate ao sedentarismo observam:


 • Aumento da produtividade

  Melhoria do clima organizacional

  Redução de afastamentos

Fortalecimento da marca empregadora

Maior retenção de talentos


8. Conclusão


O sedentarismo é um vilão silencioso que impacta diretamente a saúde dos colaboradores e os resultados organizacionais. Combatê-lo exige mais do que iniciativas pontuais — requer uma abordagem estruturada, contínua e integrada à cultura da empresa. 


 Organizações que promovem o movimento promovem, na prática, mais saúde, mais energia e melhores resultados.

 Investir na redução do sedentarismo é investir em capital humano. E empresas que cuidam de pessoas constroem resultados sustentáveis.


 Referência:


 Livro: O Problema do Sedentarismo. Benefícios da Prática de Atividade Física e exercício

 Edição: Universidade de Évora

 Autores:

 Armando Raimundo, PhD

 João Malta, PhD

 Jorge Bravo, PhD



 
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