
JUNCAL
No fim do caminho tinha uma pedra
Tinha uma pedra no fim do caminho
Parecia que não seria, mas é!
É mesmo uma pedra no fim do caminho
Impedindo a passagem
Tirando o Carlos Drummond de Andrade no momento
E acrescentamos o Flávio que vem crescendo
Para retirar a pedra no fim do caminho!
Pois nunca esqueceremos dessa época
Que massacra nossa população
Uma pedra bruta, barrenta, nojenta...
Cercada de um monte de pedregulhos
Que barra o avanço
E corta os caminhos
Favorecendo somente os companheiros
O povo sedento, com fome
Sendo obrigado a ouvir promessas e piadas
Embutidos em argumentos do PINÓQUIO
Pois o PAI(?) diz sempre, que pobre é pobre !!!
E que só serve (presta) em época de eleições
Com toda artimanha
A pedra no fim da rua
Queria o pobre mais pobre
Que pela necessidade, fazia o que o pai queria
Do que adianta estudar? Não vai mais votar PAi!
Doce ilusão, mas
Todos acordaram
E o pobre vem dando respostas
Estão os pobres arrependidos, pois descobriram que o L é de ladrão
E não há mais razão, para manter um descondenado...
No fim daquela rua tem uma pedra
E já tem data marcada
Vamos desobstruir
O fim daquela rua
Com nova cara e nova direção
Para dar passagem ao futuro
A novas conquistas
Seja no lar, na educação, no trabalho
Na saúde, na segurança ... em nossos bolsos !
Como sempre deve ser
O fim da pedra no final da rua
É uma vitória do povo
Uma vitória da liberdade
Que tanto travaram
Silenciando quem pensava diferente
2027 é logo ali!
A fé, os bons costumes ...
De volta para haver alegria
Crer, nunca foi demais
A hora é essa!
Agora vamos começar uma limpeza
Uma faxina necessária
Para o bem de todos
E alívio da família
Que não conseguem se sustentar com dignidade
No fim daquela rua tinha uma pedra
Mas o povo capacitado
Fez o seu papel
Desobstruindo o parasita
Para o bem da nossa nação
Tem quem vai chorar e reclamar.
Mas desta vez não serão os patriotas
Será o povo unido e destemido
Com o título na mão
Fazendo o seu papel
Assim renasce uma Nação
Com justiça, respeito pelo povo
Um futuro promissor
Para reconstruir nossa nação
Com honestidade dignidade e respeito
LEMBRANDO:
2 + 2 = 4
E 4, É DIA DE ELEIÇÃO
2 E 2 É 22 E 22 É FLÁVIO
PRESIDENTE DO BRASIL

Mayrion Álvares da Silva
Estoquista
Instagram: @folhadebrumado
Já não sei o que dói mais
Se as cicatrizes
Das minhas frustrações,
Ou os fantasmas
Dos meus pensamentos.
Só sei que dói muito!
E sem perceber,
Já estou abraçado
À inescrupulosa tristeza.
Às vezes, as lágrimas me faltam
Às vezes, a coragem acovarda
E muitas vezes...
O que realmente me falta
É um aguçado ouvido
Disposto a suportar
Todos os meus lamentos.
Enquanto isso não acontece,
Continuarei sentindo as minhas dores
Queimando como fogo,
Cortando que nem faca
E emudecendo-me como mordaça.
Já não sei o que dói mais
As minhas velhas dores
Ou a falta de percepção
Daqueles que nos rodeiam.
E mesmo assim,
Não conseguem entender
Que às vezes, a pessoa
Que vive ao seu lado,
Só necessita de paciência
Para ser ouvido.








“Alimpai as mãos, pecadores; e, vós de duplo ânimo, purificai os corações.” — (TIAGO, capítulo 4, versículo 8.)
Cada homem tem a vida exterior, conhecida e analisada pelos que o rodeiam, e a vida íntima da qual somente ele próprio poderá fornecer o testemunho.
O mundo interior é a fonte de todos os princípios bons ou maus e todas as expressões exteriores guardam aí os seus fundamentos.
Em regra geral, todos somos portadores de graves deficiências íntimas, necessitadas de retificação.
Mas o trabalho de purificar não é tão simples quanto parece.
Será muito fácil ao homem confessar a aceitação de verdades religiosas, operar a adesão verbal a ideologias edificantes... Outra coisa, porém, é realizar a obra da elevação de si mesmo, valendo-se da auto-disciplina, da compreensão fraternal e do espírito de sacrifício.
O apóstolo Tiago entendia perfeitamente a gravidade do assunto e aconselhava aos discípulos alimpassem as mãos, isto é, retificassem as atividades do plano exterior, renovassem suas ações ao olhar de todos, apelando para que se efetuasse, igualmente, a purificação do sentimento, no recinto sagrado da consciência, apenas conhecido pelo aprendiz, na soledade indevassável de seus pensamentos. O companheiro valoroso do Cristo, contudo, não se esqueceu de afirmar que isso é trabalho para os de duplo ânimo, porque semelhante renovação jamais se fará tão-somente à custa de palavras brilhantes.
DO LIVRO: CAMINHO, VERDADE E VIDA

























