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O professor lutava na escola com um grande problema.

Os alunos começaram a ler muitas histórias de homens maus, de roubos e de crimes e passaram a viver em plena insubordinação.

 

Queriam imitar aventureiros e malfeitores e, em razão disso, na escola e em casa apresentavam péssimo comportamento.

 

Alguns pronunciavam palavrões, julgando-se bem-educados, e outros se entregavam a brinquedos de mau gosto, acreditando que assim mostravam superioridade e inteligência.

 

Esqueciam-se dos bons livros.

Zombavam dos bons conselhos.

 

O professor, em vista disso, certo dia reuniu todas as classes para a merenda costumeira, apresentando uma surpresa esquisita.

 

Os pratos estavam cheios de coisas impróprias, tais como pães envolvidos em lama, doces com batatas podres, pedaços de maçãs com tomates deteriorados e geléias misturadas com fel e pimenta.

 

Os meninos revoltados gritavam contra o que viam, mas o velho educador pediu silêncio e, tomando a palavra, disse-lhes:

 

— Meus filhos, se não podemos dispensar o alimento puro a beneficio do corpo, precisamos também de alimento sadio para a nossa alma. O pão garante a nossa energia física, mas a leitura é a fonte de nossa vida espiritual. Os maus livros, as reportagens infelizes, as difamações e as aventuras criminosas representam substâncias apodrecidas que nós absorvemos, envenenando a vida mental e prejudicando-nos a conduta. Se gostamos das refeições saborosas que auxiliam a conservação de nossa saúde, procuremos também as páginas que cooperam na defesa de nossa harmonia interior, a fim de nunca fugirmos ao correto procedimento.

 

Com essa preleção, a hora da merenda foi encerrada.

Os alunos retiraram-se cabisbaixos.

E, pouco a pouco, a vida dos meninos foi sendo retificada, modificando-se para melhor.


Do livro: Pai Nosso

Chico Xavier / Meimei



 

POR: MARCELO BRASILEIRO - CIDADÃO

Militar da reserva das forças armadas - Advogado com especialização em direito Marítimo, Direito Ambiental

Pós graduado pela Escola da Magistratura do Estado do Espírito Santo


- Tem entre os 47 e os 65 anos.

- Aprendeu a respeitar pelo exemplo firme, ou apanhou muito para aprender.

- Respeita os mais velhos e trata com indulgência os mais novos.

- Ainda pensa que 1986 foi ontem.


- Parece ter uns dez anos a menos ou parece ter vivido umas três reencarnações.

- Não abaixa a cabeça para qualquer autoridade só porque tem um título bonito.

- Começou a trabalhar cedo, sabe o que é trabalhar de verdade e não fica fazendo drama.

- Se precisar, vai à guerra e ainda volta a tempo de fazer um churrasco.

- Sarcasmo? É praticamente nosso segundo idioma.

- Aguenta piada, deboche e zoeira sem precisar de "terapia".

- Continua ouvindo sempre as mesmas boas músicas feitas em uma época na qual se se faziam apenas boas músicas.

- Não aceita desaforo e para mandar você se foder é daqui prali.

- Não tem "florzinha".

- O negócio é bruto.

- O negócio é raiz.

 

ENTÃO, CHEGUE EM PAZ E SAIA DO MESMO JEITO

E INTEIRO.



 
há 2 dias

“Quando, pois, vos conduzirem para vos entregarem, não estejais solícitos de antemão pelo que haveis de dizer, mas, o que vos for confiado naquela hora, isso falai, porque não sois vós os que falais e sim o Espírito Santo.” – Jesus. MARCOS 13:11 


Se tens consciência tranquila no cumprimento do próprio dever, guardas em ti mesmo cidadela e refúgio.

Não te percas em conflitos inúteis, nem te emaranhes nas explicações infindáveis.


Acusado de mistificador, responde com o devotamento à verdade.


Acusado de malfeitor, responde fazendo o bem.


Por todas as culpas imaginárias em que te cataloguem o nome, oferece por resposta a prestação de serviço. O fruto revela a árvore. A obra fala do homem.


Quem te provoca, através do escárnio, mostra-se mal informado ou doente; e quem te fere, através do insulto, traz consigo pensamentos de ódio e destruição. Não lhes sanaria o mal à força de palavras somente. 


Dá-lhes a conhecer a própria rota no trabalho edificante que realizas e a Luz Divina inspirar-te-á o verbo justo, no instante certo. 


Meditando sobre a atitude do Cristo, ao deixar justiçar-se, nos tribunais terrenos, ante a sanha dos cruéis detratores que o içaram à cruz, somos induzidos a pensar que o Mestre – centralizando-se nas construções da Vontade do Pai – teria agido assim por ter mais que fazer que gastar tempo em defesas desnecessárias.  


Livro: Palavras de Vida Eterna

Pelo Espírito: Emmanuel

Médium: Chico Xavier


REFLETINDO A MENSAGEM:


Jesus, mesmo diante das injustiças, não permitiu que o ódio dos outros determinasse suas atitudes. 

 

Defender-se, não é vencer uma discussão, mas preservar a própria consciência. Há momentos em que precisamos falar, esclarecer e buscar nossos direitos; em outros, o silêncio sereno e a continuidade do trabalho honesto dizem muito mais do que longas explicações.


Que possamos aprender com Jesus a não desperdiçar nossas energias tentando convencer todos a nosso respeito. Não controlamos o julgamento alheio, mas podemos cuidar das nossas escolhas. 


Quando a consciência permanece em paz e nossas atitudes são coerentes com o Evangelho, encontramos forças para seguir adiante, sem permitir que a incompreensão dos outros nos afaste do caminho do bem.


Afinal, não precisamos transformar cada acusação em uma batalha, mas fazer da nossa própria vida um testemunho da verdade que abraçamos.


Núcleo Espírita Maria Mãe de Jesus

Rua Joana Angélica, 123 - Centro, Brumado - Bahia.

Nossas redes sociais - Instagram e YouTube: @mariamaedejesusne


Se desejar ajudar às nossas obras sociais recebemos doações no endereço acima ou através da chave Pix CNPJ: 59.245.502/0001-25.



 
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