top of page
Flago esperanto.jpg
Ortotrauma.jpeg
WhatsApp Image 2020-09-24 at 19.07.07.jp
Casa Renata.jpeg
WhatsApp Image 2020-09-24 at 19.05.34.jp
Buscar

Por: ROBÉRICO SILVA DE OLIVEIRA

Psicanalista Clínico | Pós-graduado em Psicologia Clínica


O câncer de mama representa um importante desafio de saúde pública, exigindo prevenção, diagnóstico oportuno, tratamento especializado e atenção integral à saúde da mulher. Entretanto, receber esse diagnóstico não provoca apenas repercussões físicas: pode desencadear uma intensa experiência emocional, marcada por medo, ansiedade, tristeza, insegurança e incertezas quanto ao futuro.


O impacto psicológico do diagnóstico


A confirmação da doença pode ser vivenciada como uma ruptura na rotina e nos projetos de vida. Nas primeiras horas ou nos primeiros dias, algumas mulheres apresentam choque emocional, dificuldade de concentração, pensamentos recorrentes sobre a morte e receio de perder a autonomia, a feminilidade ou a própria identidade. Outras demonstram aparente tranquilidade, mas experimentam sofrimento internamente.


Essas reações variam de pessoa para pessoa e não devem ser interpretadas como fraqueza emocional. São respostas possíveis diante de uma situação ameaçadora e de grande significado pessoal. O sofrimento, contudo, merece atenção quando se torna persistente ou compromete o sono, a alimentação, os relacionamentos e a capacidade de enfrentar o tratamento.


Acolhimento, adaptação e saúde emocional


O enfrentamento começa pelo acesso a informações claras, fornecidas pela equipe médica, evitando conclusões precipitadas sobre o prognóstico. O câncer de mama apresenta diferentes tipos e estágios, com possibilidades terapêuticas específicas; portanto, o diagnóstico não deve ser automaticamente associado à ausência de cura. 


O apoio psicológico pode ajudar a paciente a reconhecer e elaborar emoções, desenvolver estratégias de enfrentamento e recuperar gradualmente a sensação de controle sobre a própria vida. A psico-oncologia, área dedicada aos aspectos psicológicos relacionados ao câncer, oferece recursos para lidar com a ansiedade, o medo, as mudanças corporais e as dificuldades de adaptação.


A participação de familiares e pessoas de confiança também é fundamental. Mais do que oferecer conselhos ou exigir otimismo, é necessário escutar sem julgamentos, respeitar o tempo emocional da paciente e colaborar com as necessidades práticas do cotidiano. Grupos de apoio podem complementar esse cuidado, favorecendo a troca de experiências e a redução do sentimento de isolamento.


Cuidar da mente também faz parte do tratamento


Práticas de respiração lenta, relaxamento e atenção plena podem auxiliar no manejo do estresse, desde que respeitadas as condições individuais. Quando houver sofrimento emocional intenso, persistente ou incapacitante, é importante procurar acompanhamento psicológico e avaliação médica, inclusive para investigar sintomas de ansiedade ou depressão.


Enfrentar o câncer de mama não significa deixar de sentir medo, mas encontrar apoio para atravessar esse medo com informação, cuidado e dignidade. A assistência integral deve reconhecer a mulher em suas dimensões física, emocional, social e, quando desejado, espiritual. O acolhimento não substitui o tratamento oncológico: ele o complementa, fortalecendo os recursos necessários para enfrentar cada etapa dessa jornada.


Referências:


Instituto Nacional de Câncer (INCA);

Ministério da Saúde;

Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (FEMAMA).



 

Por: Robérico Silva de Oliveira

Teólogo, Gestor em Teologia, Psicanalista Clínico, Pós-Graduado em Psicologia Clínica, Pós-Graduado em Ciências Políticas, Bacharel em Administração, Radialista Profissional RPR 3204/BA, Jornalista MTE 45005/RJ.

 

O Outubro Rosa surgiu nos Estados Unidos na década de 1990 orientando as mulheres sobre a importância da detectação precoce, o acesso aos exames preventivos e o tratamento adequado para evitar-se o câncer de mama.


O símbolo/emblema da campanha outubro rosa um laço de fita-cor-de-rosa foi introdizudo na primeira corrida pela cura em 1990 na cidade de Nova York, pela Fundação Susan G. Komen For the Cure. Nesse evento, todos os atletas/velocista, receberam laços cor-de-rosa para utilizarem durante a corrida. Posteriormente esses laços foram distribuidos em locais públicos, desfiles de modas em eventos diversos, alcançando parte do mundo, a exemplo do Brasil que abraçou essa campanha com profundo carinho e responsabilidade.


No Brasil, esses movimentos são concentrados e potencializados no dia nacional de prevenção ao câncer de mama em 25 de outubro de cada ano, sob a coordenação geral da FNAS – Fundação Nacional de Assistência Social.


Pasmem! Mas, no Brasil, a previsão do triênio 2024 – 2026, o índice de mulheres afetadas será de aproximadamente 235.830 novos casos. 42,50 por 100 mil mulheres (conforme a publicação oficial do INCA para as estimativas mais recentes), sendo que a taxa de risco bruto ou estimado é de 71,57 por 100 mil mulheres.


A MULHER PODE REALIZAR O AUTO EXAME FRENTE AO ESPELHO

Auto-análise frenre ao espelho - Com os braços ao lado do corpo, observe/analise as mamas quanto ao tamanho, forma e cor. Repita o processo com os braços levantados.


Em pé, palpe os seios - Com a mão direita, palpe a mama esquerda com movimentos circulares, cobrindo toda a mama e a axila. Repita o processo com a mão esquerda na mama direita.


A mulher também pode fazer isso se deitando de costas com um travesseiro sobre o ombro direito e a mão direita atrás da cabeça. Com a mão esquerda, apalpando a mama direita com movimentos circulares. Repita o processo com a mão direita na mama esquerda sempre observando/sentindo o tamanho da mama, possível caroço e dor.


A mamografia é o exame indicando como medida de prevenção - por ser um exame de diagnóstico por imagem que utiliza raios-X para detectar alterações nas mamas, como nódulos ou microcalcificações - indicativos de câncer de mama. É um exame simples, rápido e indolor, que pode ser realizado em mulheres a partir dos 40 anos de idade, ou antes, em casos de histórico familiar da doença ou outras condições de risco. Pense nisso.


Por que fazer a mamografia? Por ser o único método comprovado para reduzir as mortes por câncer de mama, fazendo a detecção precoce. O exame de mamografia salva vidas e é uma das medidas mais fáceis que as mulheres podem tomar para detectar um possível câncer de mama precocemente.


A partir dos 40 anos de idade a melhor precisa fazer exames preventivos


É recomendo que as mulheres realizem o exame de mamografia anualmente a partir dos 40 anos de idade, ou antes, em casos de histórico familiar da doença ou outras condições de risco. Jamais esquecendo a cultura da saúde da mulher anualmente fazendo os exames: Papa Nicolau (para rastreio do câncer de color do útero e a mamografia para o câncer de mama), exames de sangue para saber o estado de colesterol, glucose, hormônios de tireoide, pressão arterial (para saúde cardiovascular, ultrassonografia pélvica/desintometria óssea). 


Emoções, sentimentos terríveis ao receber o diagnóstico de câncer de mama - esse momento causa na mulher sensações de desespero, medo e incerteza quanto ao futuro. É um momento difícil e desafiador para muitas mulheres. As emoções mais comuns associadas ao câncer de mama incluem ansiedade, tristeza, desespero, susto e estado de choque. É normal não saber o que fazer assim que se recebe a notícia. Afinal, o diagnóstico do câncer de mama afeta não apenas o corpo, mas também a mente e as emoções. Por isso, é importante não estar sozinha nesse momento. Buscar apoio em familiares e pessoas de confiança é o primeiro passo para conseguir lidar com a doença.


Estratégias de enfrentamento do câncer de mama - Além do tratamento médico, é importante que as pacientes recebam apoio emocional adequado. O que pode incluir:


Grupos de apoio - Esses grupos reúnem mulheres que estão passando pela mesma situação e oferecem um espaço seguro para compartilhar experiências, emoções e informações.


Apoio psicológico individual – a busca por um profissional da saúde emocional/mental ajudará a passar pelos transtornos, dificuldades, pensamentos intrusivos devido o processo de autoconhecimento, autoaceitação e autorregulação. Isto fará a mulher lidar melhor com as emoções, pensamentos e sentimentos negativos.


Suporte social e familiar – a união da família nesse momento fará toda a diferença, pois, só quem viveu o desprazer de receber um diagnóstivo de uma doença que humanamente pode não haver cura, sabe que a sensação é inesplicável. O apoio de amigos e familiares pode ajudar a reduzir o estresse e a ansiedade, melhorar o humor e a qualidade de vida, dando coragem a mulher de que vale apena lutar, pois encontrará razões para isso ao perceber que és importante para muitas pessoas. Pense nisso e, familiares e amigos, ajudem a paciente a lidar com as tarefas diárias, como cuidar da casa e dos filhos, e ofereçam companhia e conforto emocional.


Cuidar da saúde mental é essencial – Mantenha um estado de espírito positivo pondo em prática as seguintes dicas:

Meditação, Yoga, respiração profunda (respiração diafragmática/abdominal).


Como praticar a respiração profunda/diafragmática/abdominal:

Puxe o ar pelo nariz, de forma lenta e PROFUNDA, como também o estômago/murchando a barriga (conte mentalmente e lentamente, de 1 a 5. Expire (soltando o ar pela boca lentemente como também a barriga/diafragma); faça um biquinho com a boca, pois isso diminui o atrito do dente e da língua para a saída do ar e faz com que a RESPIRAÇÃO seja mais harmônica e eficaz, liberando endorfinas e serotonina acalmando a mente e o corpo. Quanto mais tempo você levar soltando o ar pela boca e o diafragma/abdome, melhor será o resultado culminando com a diminuição do estresse, da ansiedade, medo, desesperança, gerando sensação de paz, alegria e certeza de vitória.


Obs.: faça pausa de 5’ segundos e repita por cinco vezes esse processo sempre com um intervalo de cinco segundos de um exercício para o outro.

 

Referências:

INCA – Instituto Nacional do Câncer

Revista brasileira de cancerologia

Ministério da Saúde



 

POR: MARCELO BRASILEIRO - CIDADÃO

Militar da reserva das forças armadas - Advogado com especialização em direito Marítimo, Direito Ambiental

Pós graduado pela Escola da Magistratura do Estado do Espírito Santo


Ora, como amar a Deus, à Pátria e viver em família pode ser tão ruim para vocês da Esquerda?

 

Deus é bom!

 

Ele é o fundamento da Criação, nossa inspiração e refúgio.

 

A Pátria é o efetivo sentimento de pertencimento à uma terra (ao território), a um povo; é a titularidade sobre história, cultura e tradições.


Quanto à família, ela é o início de tudo.


É o começo da vida de cada um de nós. É o nosso alento e salvoconduto para a vida em sociedade.

 

Ora, o que pode haver de tão azedo e cáustico com vocês?

 

Não têm paz e prazeroso apego a nada que seja bom?

 

Acaso, vocês são "filhos de chocadeira"?

 

Como podem destilar tanto ódio e rancor por cada poro da pele?

 

É, só pode haver (mesmo) algo de muito errado, de mal e triste com vocês da Esquerda.

 

Vai ver que é porisso que vocês são conhecidos (também) como esquerdopatas.

 

Algo não muito distante dos esquizofrênicos



 
WhatsApp Image 2020-09-24 at 19.09.56.jp
duda.jpg
Foto%20Cart%C3%A3o%20H%C3%A9lio%20Gomes_
WhatsApp Image 2020-09-24 at 19.06.56.jp
panieri.JPG
padaria perola.JPG
corpus.JPG
bottom of page