
Mayrion Álvares da Silva
Estoquista
Instagram: @folhadebrumado
Nós fazemos tantas coisas
Para sermos lembrados,
Que nem percebemos
Que fomos feitos
Para sermos esquecidos.
Sobre a obra: Não é pelo fato que todos nós um dia seremos esquecidos, que não podemos doar o melhor de nós enquanto estivermos aqui.








O professor lutava na escola com um grande problema.
Os alunos começaram a ler muitas histórias de homens maus, de roubos e de crimes e passaram a viver em plena insubordinação.
Queriam imitar aventureiros e malfeitores e, em razão disso, na escola e em casa apresentavam péssimo comportamento.
Alguns pronunciavam palavrões, julgando-se bem-educados, e outros se entregavam a brinquedos de mau gosto, acreditando que assim mostravam superioridade e inteligência.
Esqueciam-se dos bons livros.
Zombavam dos bons conselhos.
O professor, em vista disso, certo dia reuniu todas as classes para a merenda costumeira, apresentando uma surpresa esquisita.
Os pratos estavam cheios de coisas impróprias, tais como pães envolvidos em lama, doces com batatas podres, pedaços de maçãs com tomates deteriorados e geléias misturadas com fel e pimenta.
Os meninos revoltados gritavam contra o que viam, mas o velho educador pediu silêncio e, tomando a palavra, disse-lhes:
— Meus filhos, se não podemos dispensar o alimento puro a beneficio do corpo, precisamos também de alimento sadio para a nossa alma. O pão garante a nossa energia física, mas a leitura é a fonte de nossa vida espiritual. Os maus livros, as reportagens infelizes, as difamações e as aventuras criminosas representam substâncias apodrecidas que nós absorvemos, envenenando a vida mental e prejudicando-nos a conduta. Se gostamos das refeições saborosas que auxiliam a conservação de nossa saúde, procuremos também as páginas que cooperam na defesa de nossa harmonia interior, a fim de nunca fugirmos ao correto procedimento.
Com essa preleção, a hora da merenda foi encerrada.
Os alunos retiraram-se cabisbaixos.
E, pouco a pouco, a vida dos meninos foi sendo retificada, modificando-se para melhor.
Do livro: Pai Nosso
Chico Xavier / Meimei







POR: MARCELO BRASILEIRO - CIDADÃO
Militar da reserva das forças armadas - Advogado com especialização em direito Marítimo, Direito Ambiental
Pós graduado pela Escola da Magistratura do Estado do Espírito Santo
- Tem entre os 47 e os 65 anos.
- Aprendeu a respeitar pelo exemplo firme, ou apanhou muito para aprender.
- Respeita os mais velhos e trata com indulgência os mais novos.
- Ainda pensa que 1986 foi ontem.

- Parece ter uns dez anos a menos ou parece ter vivido umas três reencarnações.
- Não abaixa a cabeça para qualquer autoridade só porque tem um título bonito.
- Começou a trabalhar cedo, sabe o que é trabalhar de verdade e não fica fazendo drama.
- Se precisar, vai à guerra e ainda volta a tempo de fazer um churrasco.
- Sarcasmo? É praticamente nosso segundo idioma.
- Aguenta piada, deboche e zoeira sem precisar de "terapia".
- Continua ouvindo sempre as mesmas boas músicas feitas em uma época na qual se se faziam apenas boas músicas.
- Não aceita desaforo e para mandar você se foder é daqui prali.
- Não tem "florzinha".
- O negócio é bruto.
- O negócio é raiz.
ENTÃO, CHEGUE EM PAZ E SAIA DO MESMO JEITO
E INTEIRO.

























