
POR: MARCELO BRASILEIRO - CIDADÃO
Militar da reserva das forças armadas - Advogado com especialização em direito Marítimo, Direito Ambiental
Pós graduado pela Escola da Magistratura do Estado do Espírito Santo
Piloto e expert que para muitos desmistificou o universo da aviação e que plantou na mente de muitos jovens a curiosidade e o gosto pelas ciências compreendidas na incrível arte de voar.
Não viveu muito e nem pouco.
Viveu tempo suficiente para deixar importantes lições sobre a vida e sobre a altivez de morrer com integridade de propósitos.
Deixou um legado!

A morte física de Lito Souza não é um fim; ela é um legado primaveril sobre o qual bons ventos de boreste agora espalham flores cintilantes e as generativas sementes que irão fecundar os férteis campos do intelecto humano.
Importantes frutos do conhecimento, calcados no bem-fazer e no bem-estar humano, sem exceção.
Quantas carreiras profissionais não estão agora em curso e quantas outras não terão início a partir de todo o incentivo dado por Lito Souza?
Muitas
Não tive o privilégio de conhecê-lo de perto, mas o pouco - todavia suficiente, que pude acompanhar quanto à dignidade, o bom-humor e toda a temperança com que ele enfrentou a terrível doença, faz-me crer, sem quaisquer sombras de dúvidas, que LitoSouza era um grande homem, um bom marido, bom pai e excepcional pessoa.
Um gigante como ser humano.
Um grande brasileiro!
Vá em paz Lito!
Siga em paz nesse voo inaugural que o coloca entre as eternas nuvens dos céus que o recebem como obra e dádiva do Senhor.
À família e amigos, nossos mais profundos sentimentos.
R.I.P.








JUNCAL
No fim do caminho tinha uma pedra
Tinha uma pedra no fim do caminho
Parecia que não seria, mas é!
É mesmo uma pedra no fim do caminho
Impedindo a passagem
Tirando o Carlos Drummond de Andrade no momento
E acrescentamos o Flávio que vem crescendo
Para retirar a pedra no fim do caminho!
Pois nunca esqueceremos dessa época
Que massacra nossa população
Uma pedra bruta, barrenta, nojenta...
Cercada de um monte de pedregulhos
Que barra o avanço
E corta os caminhos
Favorecendo somente os companheiros
O povo sedento, com fome
Sendo obrigado a ouvir promessas e piadas
Embutidos em argumentos do PINÓQUIO
Pois o PAI(?) diz sempre, que pobre é pobre !!!
E que só serve (presta) em época de eleições
Com toda artimanha
A pedra no fim da rua
Queria o pobre mais pobre
Que pela necessidade, fazia o que o pai queria
Do que adianta estudar? Não vai mais votar PAi!
Doce ilusão, mas
Todos acordaram
E o pobre vem dando respostas
Estão os pobres arrependidos, pois descobriram que o L é de ladrão
E não há mais razão, para manter um descondenado...
No fim daquela rua tem uma pedra
E já tem data marcada
Vamos desobstruir
O fim daquela rua
Com nova cara e nova direção
Para dar passagem ao futuro
A novas conquistas
Seja no lar, na educação, no trabalho
Na saúde, na segurança ... em nossos bolsos !
Como sempre deve ser
O fim da pedra no final da rua
É uma vitória do povo
Uma vitória da liberdade
Que tanto travaram
Silenciando quem pensava diferente
2027 é logo ali!
A fé, os bons costumes ...
De volta para haver alegria
Crer, nunca foi demais
A hora é essa!
Agora vamos começar uma limpeza
Uma faxina necessária
Para o bem de todos
E alívio da família
Que não conseguem se sustentar com dignidade
No fim daquela rua tinha uma pedra
Mas o povo capacitado
Fez o seu papel
Desobstruindo o parasita
Para o bem da nossa nação
Tem quem vai chorar e reclamar.
Mas desta vez não serão os patriotas
Será o povo unido e destemido
Com o título na mão
Fazendo o seu papel
Assim renasce uma Nação
Com justiça, respeito pelo povo
Um futuro promissor
Para reconstruir nossa nação
Com honestidade dignidade e respeito
LEMBRANDO:
2 + 2 = 4
E 4, É DIA DE ELEIÇÃO
2 E 2 É 22 E 22 É FLÁVIO
PRESIDENTE DO BRASIL

Mayrion Álvares da Silva
Estoquista
Instagram: @folhadebrumado
Já não sei o que dói mais
Se as cicatrizes
Das minhas frustrações,
Ou os fantasmas
Dos meus pensamentos.
Só sei que dói muito!
E sem perceber,
Já estou abraçado
À inescrupulosa tristeza.
Às vezes, as lágrimas me faltam
Às vezes, a coragem acovarda
E muitas vezes...
O que realmente me falta
É um aguçado ouvido
Disposto a suportar
Todos os meus lamentos.
Enquanto isso não acontece,
Continuarei sentindo as minhas dores
Queimando como fogo,
Cortando que nem faca
E emudecendo-me como mordaça.
Já não sei o que dói mais
As minhas velhas dores
Ou a falta de percepção
Daqueles que nos rodeiam.
E mesmo assim,
Não conseguem entender
Que às vezes, a pessoa
Que vive ao seu lado,
Só necessita de paciência
Para ser ouvido.


























