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há 10 horas

“Disse-lhe Jesus: Se eu quero que ele fique até que eu venha, que te importa a ti? Segue-me tu.” — (JOÃO, capítulo 21, versículo 22.)

 

Nas comunidades de trabalho cristão, muitas vezes observamos companheiros altamente preocupados com a tarefa conferida a outros irmãos de luta.

 

É justo examinar, entretanto, como se elevaria o mundo se cada homem cuidasse de sua parte, nos deveres comuns, com perfeição e sinceridade.

 

Algum de nossos amigos foi convocado para obrigações diferentes?

 

Confortemo-lo com a legítima compreensão.

 

As vezes, surge um deles, modificado ao nosso olhar. Há cooperadores que o acusam. Muitos o consideram portador de perigosas tentações.

 

Movimentam-se comentários e julgamentos à pressa.

 

Quem penetrará, porém, o campo das causas? Estaríamos na elevada condição daquele que pode analisar um acontecimento, através de todos os ângulos? Talvez o que pareça queda ou defecção pode constituir novas resoluções de Jesus, relativamente à redenção do amigo que parece agora

distante.

 

O Bom Pastor permanece vigilante. Prometeu que das ovelhas que o Pai lhe confiou nenhuma se perderá.

 

Convém, desse modo, atendermos com perfeição aos deveres que nos foram deferidos. Cada qual necessita conhecer as obrigações que lhe são próprias.

 

Nesse padrão de conhecimento e atitude, há sempre muito trabalho nobre a realizar.

 

Se um irmão parece desviado aos teus olhos mortais, faze o possível por ouvir as palavras de Jesus ao pescador de Cafarnaum: “Que te importa a ti? Segue-me tu.”


Do livro: Caminho, verdade e vida

Chico Xavier / Emmanuel



 

Por: VANÚBIA SANTOS

Administradora/Coach. Especialista em Desenvolvimento Humano Organizacional. Administradora da CC&DHO.


Falar sobre casamento é falar sobre uma das experiências mais surpreendentes da vida. A vida a dois é uma construção diária, feita de sonhos, descobertas, adaptações, alegrias e também de desafios.


Quando duas pessoas se unem, levam para dentro da relação suas próprias histórias, costumes, culturas, valores, expectativas e maneiras diferentes de enxergar o mundo. Aprender a conviver com essas diferenças exige maturidade, respeito e disposição para compreender que o outro não precisa ser igual para ser amado.


Ao longo dos anos, o casamento passa por diversas fases. A paixão inicial dá lugar a uma convivência mais profunda, na qual aparecem as responsabilidades, a rotina, os filhos, as preocupações financeiras, as diferenças familiares, os conflitos, os ciúmes e, algumas vezes, as decepções.


Isso faz parte da vida a dois. O que realmente importa é como o casal escolhe enfrentar essas situações.


RESPEITO E LEALDADE: OS ALICERCES DA RELAÇÃO 


Nenhum casamento consegue se sustentar por muito tempo sem respeito. Amor é importante, mas precisa caminhar acompanhado de confiança, cumplicidade, diálogo, fidelidade e lealdade.


Lealdade é permanecer do lado do outro, inclusive quando ele não está presente.


Ser leal é proteger a imagem do companheiro, preservar sua intimidade e não expor suas fragilidades para terceiros. É não permitir que amizades, familiares ou pessoas de fora ocupem um espaço que pertence ao casal.


A lealdade também significa ser verdadeiro. É ter coragem para conversar dentro de casa sobre aquilo que incomoda, em vez de buscar fora do relacionamento alguém que concorde com nossas queixas.


Um casamento pode enfrentar muitas dificuldades quando existe lealdade. Porém, quando a confiança é quebrada pela deslealdade, reconstruir a relação pode se tornar muito mais difícil.


Ser leal não significa concordar com todos os erros do outro. Significa saber conversar, orientar, discordar e até confrontar quando necessário, mas sempre preservando o respeito e a dignidade de quem escolhemos para dividir a vida.


O QUE SEPARA NÃO SÃO AS DECEPÇÕES, MAS A FALTA DE PERDÃO  


Ao longo de uma vida juntos, inevitavelmente haverá decepções. Somos humanos, erramos, falhamos e, algumas vezes, machucamos justamente aqueles que mais amamos.


Mas é preciso compreender que uma decepção não precisa representar o fim de uma história.


Muitas vezes, não é a decepção que separa um casal, mas a falta de perdão.


Perdoar não significa considerar o erro correto, tampouco aceitar situações que precisam ser mudadas. Perdoar significa não permitir que a mágoa determine para sempre o futuro da relação.


Quando existe arrependimento verdadeiro e pode abrir uma porta para a reconstrução.


O problema surge quando o casal passa a viver acumulando ressentimentos. Erros antigos são constantemente trazidos para as novas discussões, e o relacionamento passa a ser prisioneiro do passado.


É preciso aprender a conversar, resolver, perdoar e seguir adiante.


FILHOS PRECISAM DE AMOR, EDUCAÇÃO E LIMITES  


A chegada dos filhos transforma a vida do casal. Eles são uma bênção, mas também trazem grandes responsabilidades.


Educar exige amor, disciplina, diálogo e limites. Pai e mãe podem ter opiniões diferentes, mas precisam procurar construir uma direção comum na educação dos filhos.


Os filhos não devem ser colocados no meio dos conflitos conjugais, nem utilizados como mensageiros, confidentes ou aliados de um dos pais.


Problemas do casal devem ser resolvidos pelo casal.


Os filhos precisam ser amados e protegidos, mas também precisam compreender que existe uma relação entre seus pais que merece ser respeitada.


Cuidar dos filhos não significa esquecer o casamento. Preservar a relação entre marido e mulher também é uma forma de cuidar da família.


RESPEITAR AS FAMÍLIAS DE AMBOS


Casamento também significa aprender a conviver com duas famílias.


Cada lado possui sua história, seus costumes e seus vínculos afetivos. Por isso, é importante valorizar tanto a família do marido quanto a da esposa.


Entretanto, valorizar não significa permitir interferências.


As famílias podem aconselhar, apoiar e acolher, mas as decisões sobre o casamento precisam pertencer ao casal.


É necessário estabelecer limites com respeito e sabedoria. Afinal, quando duas pessoas se casam, começam também a construir sua própria família e precisam aprender a tomar suas próprias decisões.


QUANDO O DINHEIRO AMEAÇA A RELAÇÃO


A vida financeira é outro aspecto que pode gerar conflitos.


Existem momentos de prosperidade, mas também períodos de dificuldades, dívidas, desemprego e imprevistos.


Nessas horas, o casal precisa lembrar que o problema é financeiro, e não um contra o outro.


É fundamental conversar abertamente sobre dinheiro, estabelecer prioridades, planejar e tomar decisões em conjunto.


O dinheiro pode faltar, mas o respeito, a lealdade e a parceria não podem faltar.


Nenhuma dificuldade financeira deveria ser maior do que a união construída ao longo dos anos.


CONFIANÇA EM VEZ DE CIÚME


O ciúme excessivo pode transformar o amor em desconfiança.


É importante saber escolher as amizades, preservar a intimidade do casal e estabelecer limites. Nem todas as pessoas precisam conhecer os problemas existentes dentro de uma relação.


Ao mesmo tempo, é preciso aprender a confiar.


Amar não é controlar. Amar também é confiar.


A confiança é construída através de atitudes, transparência, fidelidade, respeito e lealdade. Sem ela, até mesmo pequenas situações podem se transformar em grandes conflitos.


O CASAMENTO PRECISA SER CUIDADO


Com o passar dos anos, a rotina pode ocupar todo o espaço da vida. Trabalho, filhos, responsabilidades, problemas financeiros e preocupações acabam fazendo com que marido e mulher deixem de cuidar um do outro.


Por isso, é necessário reservar tempo para o casal.


Conversar, sair juntos, demonstrar carinho, ouvir, elogiar, compartilhar sonhos e simplesmente estar perto também são formas de manter viva a relação.


Filhos crescem. As dificuldades mudam. A vida se transforma.


Por isso, o casal precisa continuar cuidando da história que começou a construir quando decidiu caminhar junto.


AMAR É UMA ESCOLHA DIÁRIA


Talvez o casamento não seja sobre encontrar alguém que nunca irá decepcionar, mas encontrar alguém com quem seja possível conversar, amadurecer, perdoar e reconstruir.


É escolher o diálogo em vez do silêncio.


A confiança em vez do ciúme.


O respeito em vez da humilhação.


A lealdade em vez da exposição.


A parceria em vez da competição.


O perdão em vez do ressentimento.


A união em vez do orgulho.


Casamento não é ausência de problemas. É a decisão de enfrentar os problemas sem permitir que eles destruam aquilo que foi construído.


PARA REFLETIR 


No fim das contas, casamento é uma construção diária.


É compreender que duas pessoas imperfeitas podem errar e, ainda assim, escolher mudar. Podem se decepcionar e escolher perdoar. Podem passar por dificuldades e escolher permanecer lado a lado.


E, acima de tudo, podem escolher ser leais um ao outro, mesmo quando ninguém está olhando.


Porque a verdadeira lealdade não aparece somente nos momentos bons. Ela se revela principalmente quando o relacionamento enfrenta dificuldades e cada um decide proteger, respeitar e honrar aquele que escolheu para caminhar ao seu lado.


Que o respeito seja o alicerce, a confiança seja a base, a lealdade seja a proteção, a cumplicidade seja o caminho e o perdão seja a ponte para recomeçar.


Afinal, amar é mais do que sentir: é escolher, todos os dias, cuidar da pessoa, da família e da história que juntos decidiram construir.



 

POR: MARCELO BRASILEIRO - CIDADÃO

Militar da reserva das forças armadas - Advogado com especialização em direito Marítimo, Direito Ambiental

Pós graduado pela Escola da Magistratura do Estado do Espírito Santo


Segundo matéria veiculada pela página "Colatina Agora", José Renato Casagrande - Governador do Estado do Espírito Santo licenciado para disputar uma vaga no Senado nas próximas eleições, teria feito 46 (quarenta e seis) trechos de voos com utilização de aeronave do Estado.

 

Leia a íntegra da publicação.

 

"Renato Casagrande deixou o Governo do Espírito Santo em 2 de abril de 2026 para disputar o Senado. Mesmo assim, uma ação levada ao TRE-ES colocou sob questionamento 23 jornadas, correspondentes a 46 trechos de voo, realizados depois de sua saída do cargo. 

 

Agora, a Justiça Eleitoral quer documentos, ordens de missão, registros de passageiros e informações sobre os custos dessas operações.

 

E as perguntas são inevitáveis:

 

👉 Casagrande realmente utilizou aeronaves do Estado depois de deixar o governo?

👉 Quem autorizou os deslocamentos?

👉 Qual era o interesse público de cada viagem?

👉 Quanto combustível, manutenção, tripulação e estrutura custaram ao contribuinte?

 

Até o momento, não existe decisão, reconhecendo a prática ou possível crime de impropriedade.

 

Porém, a aeronave não é pública e não pertence ao político. Pertence ao Estado e quem paga a conta é o cidadão."

 

A correção que pode aplicar ao final da matéria é que a aeronave (helicóptero) é pública sim! 

 

É um bem público afetado ao serviço público e pertence ao povo capixaba; aos contribuintes que pagaram por ela. 

 

E agora?

 

Além de procedimento junto à Justiça Eleitoral, cabe ainda uma rigorosa apuração na esfera administrativa e criminal para saber - principalmente, quem autorizou e como se deu a autorização para que um candidato a cargo efetivo nas próximas eleições tenha se utilizado de bem público de elevado valor durante período de campanha.  

 

Ainda que já exista procedimento instaurado junto à Justiça Eleitoral, iremos formular nova denúncia ao órgão do Ministério Público Eleitoral no sentido de que as responsabilidades administrativas e criminais sejam devidamente apuradas, além do vies eleitoral, o qual e caso confirmado, apontam sim para o abuso de poder político e econômico em benefício próprio.

 

No caso, do candidato à uma vaga no Senado, José Renato Casagrande.



 
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