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  • há 2 horas

Veronica de Oxosse Íyálorixá no Ilê Igba Òmó Aro Omin

Professora e Ativista do Movimento Mulheres Negras e luta contra a Intolerância Religiosa! Componho o Coletivo de Mulheres “Curicas Empoderadas”, atuante na área de palestras sobre autoestima e Empoderamento feminino


A FORÇA REALEZA QUE HABITA EM VOCÊ


Dizem que o fogo destrói, mas nas mãos de uma grande mãe, ele molda o destino. Ìyámase, também conhecida na tradição yorubá como Torosí, não foi apenas a esposa de Ọ̀ranmìyàn ou a mãe que gerou o rei Ṣàngó; ela é a própria personificação da liderança e do poder ancestral feminino. Membro da Ègbé Ìná — a sociedade sagrada das divindades do fogo —, ela caminha entre o calor do raio e a serenidade das águas do rio Ògùn. É nessa dualidade perfeita que reside o seu mistério: uma mulher de seios fartos, ventre pleno de continuidade, vestida na soberania do branco e no entusiasmo do azul. Ìyámase nos ensina que o verdadeiro poder não grita; ele governa com estratégia, nutre com abundância e se impõe pela dignidade.


Reverenciá-la hoje é resgatar a firmeza para vencer perseguições, reorganizar as finanças e assumir as rédeas da própria vida. Sob as asas dessa grande matriarca, aprendemos que prosperar é caminhar com honra, equilibrando a mente estratégica e o coração acolhedor.


CAMINHOS DE AUTOCUIDADO COM ÌYÁMASE


Para alinhar sua rotina à vibração dessa grande rainha, o segredo é buscar o equilíbrio entre o fogo da ação e a calma das águas.


Veja como se cuidar sob a regência dela: Nutrição Real (Interna e Externa):


Trate o seu corpo como um templo real. Beba água mentalizando a fluidez do rio Ògùn e alimente-se de forma a se sentir forte, não apenas saciado.


Postura de Liderança: Ìyámase rege a espinha dorsal da nossa dignidade. Tire cinco minutos do seu dia para alinhar sua postura, respirar fundo e mentalizar: "Eu sou o soberano do meu próprio destino".


Alinhamento Financeiro com Estratégia: O autocuidado também é prático. Tire um momento da semana para organizar suas contas, não com medo da escassez, mas com a mente fria e estratégica de quem gerencia um reinado.


O Banho do Equilíbrio: Alie a força do fogo com a paz do branco. Tome um banho de arruda ou alecrim (ervas que limpam e trazem o foco do fogo) Corpo todo e, em seguida, vista uma peça de roupa branca ou azul para atrair a soberania e o entusiasmo de Ìyámase.


Ìbùsùn Ajé: Uma Pequena Simpatia de Ìyámase para Prosperidade e Firmeza


Esta é uma prática simples, conectada à energia de fertilidade e abundância financeira da Mãe de Ṣàngó.


O QUE VOCÊ VAI PRECISA:R


1 prato branco ou azul claro;

Um punhado de milho de canjica branca (cozida apenas em água, escorrida e fria);

6 moedas correntes de qualquer valor;

Um pouco de mel (ou calda de açúcar, se preferir);

1 vela branca ou azul.


COMO FAZER:

1 Coloque a canjica branca cozida sobre o prato, modelando com as mãos para que fique redonda e bonita, como o ventre grávido de Ìyámase que gera a vida.

2 Crave as 6 moedas ao redor dessa canjica, com o valor voltado para cima, mentalizando a organização e o crescimento da sua vida financeira.

3 Regue levemente com um fio de mel, pedindo que a sua vida tenha a doçura da prosperidade e a fartura que vem das grandes mães.

4 Acenda a vela ao lado do prato (em um local seguro) e faça sua prece com firmeza, pedindo sabedoria para liderar seus caminhos e coragem para vencer os desafios.

5 No dia seguinte, você pode despachar a canjica na base de uma árvore bonita ou em um jardim, devolvendo a fertilidade à terra, e guardar as moedas na sua carteira como um amuleto de proteção familiar e fartura.



 

“Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelos esforços que emprega para domar suas inclinações más.” (O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XVII, item 4.) Ocorre, porém, que domar as más inclinações, como proposto por Kardec, implica submeter-nos a um processo autoeducativo, no qual a chamada educação dos sentimentos terá sempre primazia. Joanna de Ângelis, mentora da obra mediúnica de Divaldo Franco, referiu-se ao tema em mais de uma oportunidade, destacando sempre, como medida inicial da transformação moral, o processo do autoconhecimento, a partir do qual, ciente de suas necessidades reais, possa o indivíduo enfrentar o fundo escuro de sua alma e desse modo, com todo o empenho, domar suas tendências e inclinações infelizes.


Em um conhecido texto intitulado “Terapia do autoconhecimento” propõe-nos Joanna de Ângelis: “Aprofunda a autoanálise e tens a coragem de te desnudares perante a própria consciência. Enumera as tuas mais graves emoções perturbadoras e raciocina sobre a sua vigência no teu comportamento.


Enfrenta-as, uma a uma, não as justificando, nem as escamoteando sob o desculpismo habitual. Resolve-te por sanar a situação aflitiva dos teus dias, optando pela aquisição da saúde. Consciente de que és o que fizeste de ti, e poderás ser o que venhas a fazer de ti próprio, não postergues a decisão do auto encontro.


Enquanto a anestesia da mentira te obnubile o raciocínio, transitarás de um para outro problema, sem que consigas a paz real. [...] O homem que se conhece possui um tesouro no coração. O discernimento que o caracteriza é a sua luz acesa no imo, apontando-lhe rumo. Conhecendo a fragilidade da veste carnal, valoriza cada hora e aplica-a bem, vivendo-a intensamente, em cujo comportamento recolherás os melhores frutos.


Cada vez que te resolvas por te autodescobrires, conduze uma proposta de libertação. Começa pelos vícios sociais da mentira, da maledicência, da calúnia, do pessimismo, da suspeita, passando aos dramas do comportamento, na inveja, no ciúme, no ressentimento, no rancor, no ódio... Posteriormente, elabora as medidas educativas às dependências, aos alcoólicos, ao tabagismo, às drogas alucinógenas, à luxúria, aos distúrbios da conduta e às investidas das alucinações psicológicas… Cada passo ser-te-á uma conquista nova.


Toda vitória, por pequena que se te apresente, significará um avanço. Como os condicionamentos são a segunda natureza, em a natureza humana, gerarás hábitos salutares, que te plenificarão em forma de equilíbrio e paz.” (Momentos de Iluminação, obra psicografada pelo médium Divaldo P. Franco)


A tarefa é difícil? Sem dúvida, em muitos casos pode ser, sim, bastante difícil e demorada. Mas seus resultados são duradouros e definitivos, além de fazer parte da caminhada rumo à perfeição, meta que o Criador assinalou para todas as suas criaturas e que podemos atingir mais ou menos rapidamente, conforme nossos próprios esforços.  


Livros: O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec. Momentos de Iluminação - Joanna de Ângelis e Divaldo Franco.

Núcleo Espírita Maria Mãe de Jesus 


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POR: MARCELO BRASILEIRO - CIDADÃO

Militar da reserva das forças armadas - Advogado com especialização em direito Marítimo, Direito Ambiental

Pós graduado pela Escola da Magistratura do Estado do Espírito Santo


Logo de início, fixo minha análise e proposições a partir da pessoal opção pela base republicana (e sobretudo legalista), e assim, fixo meu posicionamento jurídico a partir da exegese da fonte primária do Direito; a Lei.

 

A lei - fruto do trabalho do legislador, constituinte originário, reformador, ou mesmo do legislador ordinário, mas sempre delegado pelo povo por meio da livre escolha na qual se fulcra o sufrágio universal.

 

O trabalho do legislador é o indireto exercício do poder pelo povo, o que se perfaz por meio dos seus representantes democraticamente eleitos.

 

Acontece que atualmente (infelizmente) vivemos um momento de instabilidade das instituições exatamente por permitirmos um acentuado desequilíbrio no sistema de freios e contrapesos, e, no bojo dessa disfunção orgânica das instituições democráticas, permitindo ao STF - seja pelo atípico exercício da função legislativa por iniciativa de alguns dos seus integrantes, seja pela descarada omissão e até condescendência do Senado, o qual e pela omissão do seu atual presidente, nada fez ou faz para corrigir tal disfunção e todos os abusos que dela decorrem. 

 

Reitero que, o STF não é órgão legislativo e, exceptuando-se os casos de interposição do mandado de injunção - para casos isoladamente específicos e limitados à exigência de garantia no exercício de uma faculdade ou na fruição de um direito individual ainda não disposto por meio de lei, não cabe ao STF se fazer substituir quanto à função legislativa.

 

A jurisprudência dos tribunais - tão em voga nos tempos atuais é fonte secundária do Direito e tem mais: ainda vem precedida pela Doutrina; algo que se perfaz na seguinte e histórica ordem cronológica das jurígenas fontes: Lei; Doutrina; Jurisprudência; Costumes e por derradeiro, Princípios Gerais do Direito.

 

E essa estrutura hierarquizada precisa ser urgentemente restabelecida sob pena da República naufragar um pouco e mais a cada momento.



 
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