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há 33 minutos

“Quando, pois, vos conduzirem para vos entregarem, não estejais solícitos de antemão pelo que haveis de dizer, mas, o que vos for confiado naquela hora, isso falai, porque não sois vós os que falais e sim o Espírito Santo.” – Jesus. MARCOS 13:11 


Se tens consciência tranquila no cumprimento do próprio dever, guardas em ti mesmo cidadela e refúgio.

Não te percas em conflitos inúteis, nem te emaranhes nas explicações infindáveis.


Acusado de mistificador, responde com o devotamento à verdade.


Acusado de malfeitor, responde fazendo o bem.


Por todas as culpas imaginárias em que te cataloguem o nome, oferece por resposta a prestação de serviço. O fruto revela a árvore. A obra fala do homem.


Quem te provoca, através do escárnio, mostra-se mal informado ou doente; e quem te fere, através do insulto, traz consigo pensamentos de ódio e destruição. Não lhes sanaria o mal à força de palavras somente. 


Dá-lhes a conhecer a própria rota no trabalho edificante que realizas e a Luz Divina inspirar-te-á o verbo justo, no instante certo. 


Meditando sobre a atitude do Cristo, ao deixar justiçar-se, nos tribunais terrenos, ante a sanha dos cruéis detratores que o içaram à cruz, somos induzidos a pensar que o Mestre – centralizando-se nas construções da Vontade do Pai – teria agido assim por ter mais que fazer que gastar tempo em defesas desnecessárias.  


Livro: Palavras de Vida Eterna

Pelo Espírito: Emmanuel

Médium: Chico Xavier


REFLETINDO A MENSAGEM:


Jesus, mesmo diante das injustiças, não permitiu que o ódio dos outros determinasse suas atitudes. 

 

Defender-se, não é vencer uma discussão, mas preservar a própria consciência. Há momentos em que precisamos falar, esclarecer e buscar nossos direitos; em outros, o silêncio sereno e a continuidade do trabalho honesto dizem muito mais do que longas explicações.


Que possamos aprender com Jesus a não desperdiçar nossas energias tentando convencer todos a nosso respeito. Não controlamos o julgamento alheio, mas podemos cuidar das nossas escolhas. 


Quando a consciência permanece em paz e nossas atitudes são coerentes com o Evangelho, encontramos forças para seguir adiante, sem permitir que a incompreensão dos outros nos afaste do caminho do bem.


Afinal, não precisamos transformar cada acusação em uma batalha, mas fazer da nossa própria vida um testemunho da verdade que abraçamos.


Núcleo Espírita Maria Mãe de Jesus

Rua Joana Angélica, 123 - Centro, Brumado - Bahia.

Nossas redes sociais - Instagram e YouTube: @mariamaedejesusne


Se desejar ajudar às nossas obras sociais recebemos doações no endereço acima ou através da chave Pix CNPJ: 59.245.502/0001-25.



 

Por ROBÉRICO SILVA DE OLIVEIRA

Teólogo, Gestor em Teologia, Bacharel em Administração, Psicanalista Clínico, Pós-graduado em Psicologia Clínica e Ciências Políticas, Radialista Profissional RPR/BA 3204, Jornalista Profissional MTE/RJ 45005.


EDUCAÇÃO, CONSCIENTIZAÇÃO E SUPERAÇÃO DA DEPENDÊNCIA


Introdução: informação é o primeiro passo para a prevenção


O consumo de drogas lícitas e ilícitas constitui um importante desafio para a saúde pública, as famílias e a sociedade. Seus impactos podem alcançar a saúde física, o equilíbrio emocional, as relações familiares, a vida profissional e a convivência social.


Prevenir o uso problemático de substâncias exige mais do que advertências e proibições. É necessário investir em educação, diálogo familiar, fortalecimento emocional, informação científica e acesso ao tratamento.


Uma questão fundamental deve orientar nossa reflexão: por que algumas pessoas desenvolvem uma relação de dependência com determinadas substâncias, enquanto outras não?


A resposta envolve múltiplos fatores, como predisposição biológica, condições psicológicas, experiências traumáticas, contexto social, influência de grupos, disponibilidade das substâncias e padrões de consumo. Por isso, a dependência não deve ser interpretada simplesmente como falta de caráter ou de força de vontade.


Compreender o problema é essencial para prevenir, acolher e ajudar quem precisa reconstruir sua vida.


1. O QUE SÃO DROGAS LÍCITAS E ILÍCITAS?


As drogas são substâncias capazes de modificar determinadas funções do organismo, incluindo a atividade cerebral, a percepção, o humor, o comportamento e o estado de consciência.


Drogas lícitas são aquelas cujo uso ou comercialização é permitido por lei, dentro de determinadas condições. Entre elas estão o álcool, a nicotina e medicamentos que atuam no sistema nervoso central. A legalidade, entretanto, não significa ausência de riscos.


Drogas ilícitas são substâncias cuja produção, comercialização ou posse é proibida ou restringida pela legislação aplicável. Exemplos incluem cocaína e determinadas apresentações de outras substâncias psicoativas.


É importante compreender que os riscos variam conforme a substância, a quantidade consumida, a frequência, a forma de utilização, as condições de saúde e a associação com outras drogas.


O uso inadequado de medicamentos também merece atenção. Substâncias prescritas por profissionais de saúde podem causar dependência ou efeitos adversos quando utilizadas sem orientação, em doses diferentes das indicadas ou por períodos inadequados.


2. COMO O CONSUMO PODE EVOLUIR PARA A DEPENDÊNCIA?


Nem toda pessoa que experimenta uma substância desenvolverá dependência. Entretanto, o uso repetido pode, em determinadas circunstâncias, produzir alterações nos mecanismos cerebrais relacionados à recompensa, à motivação, à aprendizagem e ao controle dos impulsos.


Com o tempo, algumas pessoas passam a sentir uma necessidade intensa de consumir a substância, apresentam dificuldade para reduzir ou interromper o uso e continuam consumindo apesar das consequências negativas.


Entre os sinais de alerta estão:


Perda de controle sobre a quantidade ou a frequência do consumo.


Desejo intenso de consumir a substância, conhecido como fissura.


Necessidade de quantidades maiores para obter efeitos semelhantes, em alguns casos.


Sintomas físicos ou emocionais quando o consumo é reduzido ou interrompido.


Abandono de atividades, responsabilidades ou relacionamentos importantes.


Continuidade do consumo mesmo diante de prejuízos à saúde, à família ou ao trabalho.


Reconhecer esses sinais precocemente permite buscar ajuda antes que os prejuízos se agravem.


“O usuário de hoje, será o viciado de amanhã”. Robérico de oliveira  (Psicanalista, Pós-graduado em Psicologia Clínica).


“Vencedor Não Usa Drogas”. Edson Ferrarine (Psicólogo)



 

Por CARLOS AROUCK

FORMADO EM DIREITO E ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS


Antes da saída de Flávio Bolsonaro, a sequência de eventos sustenta a leitura de que ele foi alvo de uma operação judicial acelerada. Nas vésperas do segundo turno, teria sido preparada uma operação de busca e apreensão com dezenas de mandados ligados a investigações que citavam o advogado Willer Tomaz. A Procuradoria Geral da República, no entanto, não autorizou a medida naquele momento. No debate da Band, em dezoito de outubro, Lula disse a Flávio, diante das câmeras, que ele perderia a imunidade parlamentar e que “muitos inquéritos agora vão andar”, uma frase lida por adversários como aviso explícito de que a derrota eleitoral traria consequência jurídica.


Na noite de vinte e cinco de outubro, sete minutos após o Tribunal Superior Eleitoral confirmar a vitória de Lula, Alexandre de Moraes determinou a apreensão dos passaportes de Flávio, proibiu sua saída do país e cortou seu contato com Willer Tomaz. No dia seguinte, após Flávio visitar o pai em prisão domiciliar, a Polícia Federal o intimou com prazo para entregar os documentos. Segundo a cronologia dos apoiadores, o prazo não foi cumprido e os passaportes, comum e diplomático, acabaram cancelados.


O temor central é o seguinte: entregues os passaportes, Moraes disporia de Flávio sem a proteção da imunidade e poderia aplicar, segundo essa leitura, um enquadramento penal moldado sob medida. Não se trata de afirmar que condenação era certa, mas de notar que a velocidade, da ameaça no debate à ordem horas após o resultado, comprimiu o tempo de defesa a praticamente zero.


Diante desse encadeamento, a saída para os Estados Unidos e o pedido de asilo político surgem, na ótica dos aliados, não como fuga, mas como a única via restante para escapar de um processo que, aos olhos deles, já tinha veredito antes da instrução.



 
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