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AGOSTO - MÊS DE PAI OBALUAÊ

Veronica de Oxosse Íyálorixá no Ilê Igba Òmó Aro Omin

Professora e Ativista do Movimento Mulheres Negras e luta contra a Intolerância Religiosa! Componho o Coletivo de Mulheres “Curicas Empoderadas”, atuante na área de palestras sobre autoestima e Empoderamento feminino


O Senhor das Doenças, o responsável pela passagem dos espíritos do plano material para o espiritual. 

  

Saudação ATOTÔ! 

O dia da semana consagrado a Obaluaiê é segunda-feira. 

  

Vestido com palha da costa e com contas nas cores vermelha, preta e branca, Ele dança o opanijé, dança ritual marcada pelo ritmo lento com pausas, enquanto segura em suas mãos o xaxará, instrumento ritual também feito de palha-da-costa e recoberto de búzios. 

  

Em alguns momentos da dança, espanta os Eguns, (espíritos dos mortos) e afasta as doenças, com movimentos rituais. 

  

Protetor contra a peste e padroeiro dos inválidos e cirurgiões. 

  

A sua popularidade, devido à intercessão contra a peste, é grande sendo protetor de múltiplas comunidades em todo o mundo católico e padroeiro de diversas profissões ligadas à Medicina, ao tratamento de animais e dos seus produtos e aos cães. 

  

Obaluaê usa vestimenta de palha da costa que cobre todo o corpo do filho de santo. 

  

Orixá muito respeitado e temido pelos simpatizantes e adeptos da Umbanda e Candomblé, pelo seu poder de cura de doenças, assim como pelo poder de causar as doenças que levam a morte os moribundos. Os devotos lhe atribuem curas milagrosas, realizando oferendas de pipocas, o deburu ou doburu , em sua homenagem ou jogando-as sobre o doente como descarrego. 

  

Deburu é a comida ritual mais apreciada por ele. É o milho de pipoca estourado em uma panela, em alguns lugares com óleo, em outros com areia de praia. Nesse último caso, é preciso peneirar a areia dessa pipoca depois de pronta. Ao final, a pipoca é colocada em um alguidar (vasilha de barro) e enfeitada com pedacinhos de coco. 


 
 
 

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