COMO PREVENIR O USO DE DROGAS LÍCITAS E ILÍCITAS – PARTE II

Por ROBÉRICO SILVA DE OLIVEIRA
Teólogo, Gestor em Teologia, Bacharel em Administração, Psicanalista Clínico, Pós-graduado em Psicologia Clínica e Ciências Políticas, Radialista Profissional RPR/BA 3204, Jornalista Profissional MTE/RJ 45005.
EDUCAÇÃO, CONSCIENTIZAÇÃO E SUPERAÇÃO DA DEPENDÊNCIA
3. OS EFEITOS DO ÁLCOOL SOBRE A SAÚDE FÍSICA E EMOCIONAL
O álcool é uma substância psicoativa que afeta o sistema nervoso central e pode comprometer diferentes órgãos e funções do organismo.
Entre os efeitos e problemas associados ao consumo estão:
No sistema nervoso: redução dos reflexos, dificuldade de concentração, alterações da memória, prejuízo da coordenação motora e mudanças no estado de consciência.
Na saúde mental: agravamento de sintomas de ansiedade e depressão em algumas pessoas, alterações do sono, irritabilidade e maior dificuldade para regular as emoções.
No sistema digestivo e em outros órgãos: gastrite, pancreatite, doenças do fígado e maior risco de determinados tipos de câncer.
Nas relações sociais: conflitos familiares, dificuldades profissionais, acidentes de trânsito, comportamentos impulsivos e exposição a situações de violência.
Nos quadros graves, a intoxicação alcoólica pode provocar perda de consciência, comprometimento da respiração e risco de morte. A abstinência também pode ser perigosa em pessoas com dependência física, podendo causar convulsões e delirium.
É fundamental esclarecer que os efeitos não são iguais para todas as pessoas. O risco depende de diferentes fatores, e a ausência de sintomas aparentes não significa que o consumo seja seguro.

OS EFEITOS DO ÁLCOOL NO CORPO HUMANO
4. alcoolismo: quando a pessoa perde o controle sobre o consumo
Na linguagem clínica atual, utiliza-se frequentemente a expressão transtorno por uso de álcool para descrever um padrão de consumo que provoca sofrimento ou prejuízos significativos.
Uma reflexão frequentemente utilizada em campanhas de prevenção alerta para o risco de a pessoa perder o controle depois de iniciar o consumo. Para algumas pessoas, evitar o primeiro gole pode ser uma estratégia importante de recuperação
Entretanto, a dependência não deve ser reduzida à ideia de que basta decidir parar. Ela pode envolver mecanismos biológicos, emocionais, comportamentais que tornam a interrupção difícil.
A pessoa dependente precisa de acolhimento, avaliação profissional e, conforme o caso, acompanhamento médico, psicoterapia, apoio familiar e participação em grupos de ajuda mútua.
A dependência é um problema de saúde que exige responsabilidade, mas também compreensão e tratamento.
"Nota educativa: este artigo tem finalidade informativa e não substitui avaliação médica ou psicológica, diagnóstico individual ou tratamento especializado".
Referências:
* VENCEDOR NÃO USA DROGAS – Edson Ferrarini (Psicólogo), Editora Book Gráfica & Editora
* DROGAS, O QUE É PRECISO FAZER 6º Edição – José Elias Murad – EDITORA LÊ
* A Última Pedra – Vícios tem cura – Rogério Formigoni – Unipro Editora
* O Fim das Picada – Renata Madeira – Editora Gráfica universal Ltda
* Meu Fígado é Alcóolatra – Luiz Djara dos Santos Leal – IBCL – Instituto Brasileiro do livro.











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