POSITIVE DAY, LEITORES COMPARTILHADORES (CONTINUAÇÃO 37)
- jjuncal10
- há 14 horas
- 3 min de leitura

ALESSANDRA CAMARA - Bachelor of Science in Psychology - Graduated: May 2016 Missouri State University – Springfield, MO
Associates of Arts - Associates of Independent Studies Graduated: May 2014
Ozark Technical Community College - Springfield, MO
Professional Coach Certification - Professional Executive Coach Certification - Professional Master Coach Certification
Vocês estão aqui para a continuação de uma leitores simples, curta e repleta de momentos incríveis. Minha humilde sugestão é que leiam devagar. Assim, seu coração ficará em paz para aprender algo que talvez seja novo e impactante para muitos ou, quem sabe, apenas um complemento do que já o vivem.
O livro que estou compartilhando com vocês chama-se Um Novo Mundo: O Despertar de uma Nova Consciência, escrito por Eckhart Tolle. Acredito que cada capítulo deste livro tem um propósito único para as vidas aqui presentes, neste momento.
Sintam-se leves como se estivessem nas nuvens e vamos juntos continuar nos alimentandos com o que entendemos hoje ser o maior poder da nossa existência: a consciência.
Livro: Um Novo Mundo de Eckhart Tolle
Páginas 220 e 221
“PERDER-SE PARA SE ENCONTRAR”
O espaço anterior surge também sempre que deixamos de lado a necessidade de enfrentar nossa identificação com a forma. Isso é algo requerido pelo ego. Não é uma carência genuína. Já abordei brevemente esse ponto. Toda vez que abrimos mão de um padrão de comportamento que leva a isso, criamos o espaço interior. Reforçamos quem nós somos de verdade. Para o ego, é como se estivéssemos nos perdendo de nós mesmos, porém ocorre o oposto. Jesus nos ensinou que precisamos nos perder para nos encontrar. Quando abandonamos um desses padrões, atenuamos o destaque de quem somos no nível da forma. Assim, quem somos além da forma de maneira mais plena. Como nos tornamos menos, podemos ser mais.
Vou mencionar alguns comportamentos que as pessoas adotam inconscientemente para fortalecer sua identidade com a forma. Se você tiver alerta o bastante, será capaz de detectar alguns deles dentro de si mesmo: exigir reconhecimento por alguma coisa que fez e imaginar-se ou aborrece-se quando não o consegue: tentar obter atenção falando sobre problemas pessoais, contando a história da própria doença ou fazendo uma cena: dá uma opinião quando ninguém a pede e ela não faz diferença para a situação: ser mais preocupado com o modo como é visto pelas pessoas do que com elas, isso é, usá-las como reflexo do ego ou como um instrumento para realçar o ego, tentar causar impressão nos outros por meio de bens, conhecimentos, boa aparência, posição social, força física, tec.; inflar temporariamente o ego adotando uma reação irada contra alguma coisa ou alguém; levar tudo para o lado pessoal e sentir-se ofendido; considerar-se certo e os outros errados por meio de queixas fúteis, mentais ou verbais; querer ser visto ou parecer importante. Caso você detecte um desses padrões em si mesmo, sugiro que faça uma experiência. Descubra como se sente e o que ocorre se o abandonar. Simplesmente descarte-o e veja o que acontece. Enfraquecer que você é no nível da forma é uma maneira de gerar a consciência. Encontre o imenso poder que flui de você para o mundo deixando de fortalecer sua identificação com a forma.
O SILÊNCIO
Costuma-se dizer: “O silêncio é a linguagem de Deus, e tudo mais é tradução malfeita.” O silêncio é realmente outra palavra para espaço. Ao tomarmos conscientes dele quando o encontramos a nossa vida, estabelecemos uma ligação com a dimensão sem forma e eterna dentro de nós, aquela que está além do pensamento e do ego. Pode ser o silêncio que envolve o mundo da natureza, a tranquilidade do nosso quarto nas primeiras horas da manhã ou os intervalos entre os “sond”. O silêncio não tem forma - é por isso que, por meio do pensamento, não conseguimos ter consciência dele. O pensamento é forma. Ter consciência do silêncio significa ficar em silêncio. Ficar em silêncio é estar consciente sem pensamento. Nunca somos nós mesmos com tanta intensidade do que quando estamos nesse silêncio. Nessas ocasiões, somos que somos antes de assumir temporariamente essa forma física e mental que chamamos de pessoa. Também somos aquele que seremos depois que a forma se dissolver. Quando estamos em silêncio, somos além da nossa existência temporal: a consciência - incondicional, sem forma, eterna.”











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